Hora de Estudar

segunda-feira, 24 de abril de 2017

ATPC 25 DE ABRIL


                          PROJETO GESTÃO DEMOCRÁTICA DA EDUCAÇÃO



O Projeto Gestão Democrática da Educação foi instituído, pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, em maio de 2016, com o intuito de possibilitar avanços no processo democrático em espaços de decisão e deliberação existentes na escola, como: Grêmio Estudantil, Conselho de Escola e Associação de Pais e Mestres.
A SEE/SP está discutindo a modernização da gestão democrática nas escolas públicas paulistas. A ideia é unir todos os interessados –estudantes, professores/gestores/servidores, pais/responsáveis e sociedade civil –no esforço coletivo de aperfeiçoamento desses espaços de decisão e deliberação da escola.



Gestão democrática Vídeo 01

Gestão Democrática vídeo 02

Gestão democrática vídeo 03


sexta-feira, 21 de abril de 2017

Desafio do Boletim Azul


                                   Desafio do Boletim Azul









Li no portal do “O Globo” uma reportagem sobre o Jogo Baleia Azul. Os relatos e fatos são estarrecedores. Mostra-se a vulnerabilidade de muitas crianças e adolescentes diante deste crime chamado de jogo. O hiato entre pais ou responsáveis das vítimas é um aspecto favorecedor para o “êxito” do jogo. Entenda que não estou sugerindo uma investigação ou cerceamento da liberdade dos filhos, apenas um monitoramento responsável aos parelhos de acesso às redes sociais que eles navegam.  Outro desafio aos pais: O Boletim Azul. Os pais se preocupam com as cores dos boletins escolares?  Qual é a cor   do boletim de seu filho Vermelho ou Azul?     Quando me refiro a cor não entenda notas Azuis, pois sou um educador radicalmente contrário a mensuração por notas 1, 2, 3, 4, .........10. Quando me refiro ao boletim Azul compreendam que assim, o classifico, se contemplar as habilidades necessárias para o desenvolvimento de ações para resolução de situações problemas. Sobretudo, as habilidades e competências leitora e escritora.  E você aluno? Qual é a cor do seu boletim? Uma dica não se preocupe com a NOTA. Preocupe-se em APRENDER, assim seu Boletim será azul. Aceite esse desafio!  

Link de acesso ao portal citado no texto:



Prof.  Martins Ramos


segunda-feira, 17 de abril de 2017

ATPC DE 18 DE ABRIL

ATPC - Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo.

Tema Central: Disciplina.
Objetivos:
-Apoiar a gestão de sala de aula
- Favorecer a Formação continuada

Caros professores, no encontro desta terça, 18 de abril retomaremos uma discussão que é recorrente nos corredores, nos cafezinhos, na sala dos professores, nas ATPCs, nos cursos de formação, ou seja, é um tema que precisa ser aprofundado, pois a indisciplina é um aspecto que interfere no andamento das aulas e ambiente escolar, assim diretamente na aprendizagem.     A dinâmica do encontro será em forma de debate, onde todos responderão as questões sugeridas (lista abaixo) e poderão formular questões pertinentes ao tema. Será uma oportunidades, também de trocas de experiencias, pois entendo que a socialização de boas práticas é um caminho para nossa formação continuada. Entendo também que as trocas de experiencias não são "receitas", portanto a ações exitosas devem ser adaptadas às diversas realidades.    

Professor Coordenador Martins ramos. 
                          
                                       Perguntas e Respostas


1-                É possível ensinar disciplina?
2-      A disciplina vem de casa?
3-      Qual o principal erro da escola em relação à disciplina?
4-      É possível ensinar disciplina pelo exemplo?
5-      A disciplina que se aprende na escola serve para a vida toda?
6-      A disciplina ajuda a desenvolver a autonomia?
7-      O que é ser uma pessoa disciplinada?
8-      Todas as obrigações devem ser submetidas a discussão?
9-      As crianças conseguem entender a importância da disciplina?
10-   Como ensinar a disciplina na pré-escola?
11-   Como ensinar a disciplina no Ensino Fundamental?
12-   A disciplina e a ordem podem prejudicar a criatividade? 

Estas questões fazem parte de uma entrevista realizada pela revista ESCOLA ao Professor, escritor, psicólogo Lino De Macedo, portanto a cada resposta em nosso debate recorreremos às respostas do entrevistado.  

"Ao longo da carreira, Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, se especializou no construtivismo do suíço Jean Piaget (1896-1980), na psicologia aplicada à educação e nos jogos infantis ele coordena um laboratório de pesquisas e elaboração de atividades relacionadas às brincadeiras e voltadas para a escola. Um assunto que ocupa particularmente sua atenção são os estágios de desenvolvimento da criança e a importância de o professor conhecer o que acontece em cada fase do crescimento.

Com essa vivência, ele encara um dos temas que mais preocupam os educadores: a disciplina. Segundo o psicólogo, disciplina na escola não é questão de boa conduta nem de formação trazida de casa. "Disciplina se aprende e é do interesse de todo mundo, porque facilita a relação da gente com as coisas." O que o professor pode fazer para que a turma se comporte como deve? O exemplo é um dos caminhos. "Fala-se muito que as crianças de hoje não têm limites. Mas nós, adultos, também não temos." Macedo acaba de lançar uma nova coletânea de textos, Ensaios Pedagógicos, que tem como subtítulo a pergunta Como Construir uma Escola para Todos? Um dos capítulos trata especificamente de disciplina, tema discutido na entrevista". 

Acessado em 10/04/17  https://novaescola.org.br/conteudo/863/lino-de-macedo-disciplina-e-um-conteudo-como-qualquer-outro


                                    Perguntas e Respostas


1-    É possível ensinar disciplina?
Lino de Macedo: Sim. Disciplina é uma competência escolar que as crianças aprendem como qualquer conteúdo. Condição para realizar um trabalho com êxito, é uma matéria interdisciplinar, porque dela dependem todas as outras.

2-    A disciplina vem de casa?
Lino de Macedo: Para alguns educadores, sim. Quem considera a disciplina uma coisa que se tem ou não se tem possui uma visão moralizante que transforma uma competência numa questão de valor. Para eles, a disciplina depende da força de vontade do aluno ou da determinação dos pais. Essa visão atribui culpa em caso de indisciplina. De fato, na escola exclusiva, anterior à atual, selecionavam-se os alunos e ficavam de fora aqueles que não se ajustavam ao comportamento desejado. Nesse caso, disciplina era mesmo um pré-requisito para a escola. Hoje, comportadas ou não, todas as crianças têm direito a estudar.

3-    Qual o principal erro da escola em relação à disciplina?
Lino de Macedo: É pensar que existe um único tipo de disciplina e que ela só pode ser imposta. Minha ideia é que disciplina é um trabalho de todos em sala de aula. Constrói-se a melhor forma de acordo com a necessidade. Numa aula tradicional, expositiva, enquanto o professor fala ou escreve no quadro-negro, os alunos devem ficar quietos, prestar atenção e copiar. Acontece que hoje temos muitas propostas pedagógicas. Cada cultura escolar e cada atividade em sala de aula têm uma disciplina adequada a seu desenvolvimento. Dependendo da situação, a melhor pode ser o silêncio, as crianças perguntando ou conversando entre si.

  
4-    É possível ensinar disciplina pelo exemplo?
Lino de Macedo: Sim. Um erro comum é achar que a falta de disciplina é sempre do outro. Fala-se muito que as crianças de hoje não têm limites. É verdade. Mas nós, adultos, também não temos. Em uma sociedade como a nossa, um dia se almoça de manhã, outro dia de tarde, outro dia enquanto se fala ao celular. Nós é que não temos rotinas para organizar a vida das crianças. Entendemos os motivos da nossa "indisciplina" porque sabemos que para muitas pessoas a regularidade se tornou impossível. Mas, se nós não somos disciplinados, por que esperamos um comportamento regular das crianças, como se fosse uma coisa natural, espontânea, quase herdada? Podemos conquistar o aluno para um projeto de disciplina conseguindo a admiração dele. Em sua origem, a palavra disciplina tem a ver com discípulo. Discípulo é uma pessoa que tem alguém como modelo e se entrega pelo valor que atribui a essa pessoa. Com o tempo, perdeu-se o elemento de referência que havia antigamente. Isso tem de ser novamente conquistado, pouco a pouco, pelos dois lados.

5-    A disciplina que se aprende na escola serve para a vida toda?
Lino de Macedo: A gente tem de pensar a disciplina ao mesmo tempo como fim e como meio. É um fim porque podemos desenvolver atitudes como concentração, responsabilidade, interesse. Essas coisas viram ferramentas pessoais e de trabalho. Disciplina é também um meio, um instrumento sem o qual as coisas não acontecem ou acontecem fora do prazo ou dos padrões.

  
6-    A disciplina ajuda a desenvolver a autonomia?
Lino de Macedo: Disciplina é, cada vez mais, autodisciplina. Um exemplo é a lição de casa. Hoje em dia a maioria das famílias não tem um adulto com tempo disponível para fiscalizar o dever. A própria criança aprende a administrar essa tarefa e, se necessário, ela pede socorro. A autonomia é uma conquista, um aprendizado complexo e longo pelo qual as crianças desenvolvem a disciplina para dar conta de suas tarefas.

7-    O que é ser uma pessoa disciplinada?
Lino de Macedo: Ser disciplinado significa ter um comportamento subordinado a regras. Mas o que é regra? Algo que se constrói por consentimento. É como em um jogo. As regras são arbitrárias, mas a criança aceita porque gosta de jogar. Sem regra, não há jogo. Para definir regras, usamos o recurso da democracia. A classe toda discute, sob a condição de que todos aceitem o que a maioria decidir. O problema é que a minoria pode se recusar a cumprir. Deve-se combinar previamente que a não observação das regras implicará punições ou perdas. Um dos motivos que nos levam a aderir à disciplina são as consequências de não nos entregarmos a ela. Convencer é diferente de impor.

8-    Todas as obrigações devem ser submetidas a discussão?
Lino de Macedo: Não. Por exemplo: muitos pais perguntam aos filhos se eles querem comer. Eu não acho que seja uma boa pergunta. Porque, se o filho disser que não quer comer, como fica? A melhor pergunta é o que ele quer comer, dando opções. Dar autonomia não significa abrir mão do seu papel de líder e de responsável por certas coisas. Se você submeter tudo à opinião da maioria das crianças, a curto prazo elas vão decidir pelo pior. Primeiro, tenta-se convencer. O último recurso é impor. É errado tentar tratar como homogêneo algo desigual como a relação adulto e criança ou a relação professor e aluno.

9-    As crianças conseguem entender a importância da disciplina?
Lino de Macedo: Em 1930 Piaget escreveu um livro importante, O Julgamento Moral da Criança, e mostrou que mesmo as bem pequenas já têm valores como o gosto pelas regras, pela disciplina, pelo fazer bem-feito e por se entregar a uma tarefa coletiva. Só que o adulto não percebe. Piaget provou que é possível ver isso usando o exemplo das brincadeiras. A própria garotada se autorregula e se submete a regras coletivas. Piaget analisou como o respeito entre iguais promove o desenvolvimento da criança. Muitos pais e professores sabem compartilhar com ela a necessidade de uma regra de forma que a criança até reclama, mas aceita, entendendo que é o melhor.

    10-                      Como ensinar a disciplina na pré-escola?
Lino de Macedo: Para alunos da Educação Infantil, digamos de 2 a 6 anos, a brincadeira, a fantasia, as histórias são ótimas estratégias. A argumentação científica não funciona com os pequenos. O recurso lúdico soa sincero para a criança, porque é uma espécie de dramatização do assunto, uma elaboração simbólica da questão. Nessa idade, outro recurso possível é simplesmente, com habilidade, dar uma ordem e pedir que ela seja cumprida. Nesse caso, é preciso deixar claro para a criança que há uma diferença entre ela e o adulto. Ela sabe disso e até se sente aliviada.



   11-                      Como ensinar a disciplina no Ensino Fundamental?
Lino de Macedo: A idade dos 7 aos 11 anos é interessante para trabalhar disciplina como uma boa regra ou uma regra sem a qual certas coisas não se desenvolvem bem. O convencimento se dá de forma empírica, com exemplos, discussão, não mais como faz-de-conta. Uma coisa é o imaginário, outra é a própria negociação da regra. O problema do convencimento no seu sentido adulto é que ele supõe um pensamento hipotético-dedutivo ("se você não fizer isso, acontece aquilo"). Mas crianças com menos de 12 anos não entendem esse pensamento. É preciso trabalhar com elas a própria construção das regras mais adequadas para uma determinada tarefa que se espera que realizem.

    12-                      A disciplina e a ordem podem prejudicar a criatividade?
Lino de Macedo: Rigidez é uma coisa, rigor é outra. Os artistas, que trabalham com criação, costumam ser super-rigorosos. Já rigidez é acreditar que uma coisa só pode ser feita de um jeito, definido arbitrariamente. A disciplina está do lado da criação, mas não é uma só. Alguns trabalham de dia, outros à noite; alguns de um modo, outros de outro. A maior parte dos artistas tem de cumprir prazos, se impõe tarefas. Se não houver disciplina, você para no meio, esquece. Acontece que muitas vezes nós, adultos, usamos o discurso do rigor para defender nossa rigidez ou nossa incapacidade de lidar com as situações.




Dica: digite INDISCIPLINA no campo de BUSCA do Blog e(re) visite  a postagem com textos trabalhados em  29 de março de 2016.

Boa leitura!
Professor Coordenador Martins Ramos. 

sexta-feira, 7 de abril de 2017

ATPC de 11 de Abril de 2017

 Caros professores, as temáticas para o encontro de terça-feira, 11 de abril - ATPC (aula de trabalho pedagógico coletivo) serão as seguintes:
-  Projetos escolares sob a luz do “Programa Novo mais Educação -MEC”.  
- Formação: O professor Leitor e a gestão de sala de aula, com olhar para os projetos de vida dos discentes.

Colegas, após a leitura dos textos de apoio (seguem abaixo) pensei em vários tipos de sonhos.

Sonhos possíveis;
Sonhos utópicos;
Sonhos grandes, médios e pequenos;
Sonho com projeto;
Sonho sem projeto;
Sonho com projeto, mas sem ação.
Sonho com perspectiva;
Sonho para sonhar e continuar sonhando... “gerundiando” e o tempo passando.
Sonhar para quê?
Sonhos, todos temos? O aluno tem?

Pois, bem vamos às leituras para relacionarmos Texto x Texto e Textos  x Temas. 

Professor Coordenador Martins Ramos.           
                               

  Texto 1: Cadeira de balanço


                                                                                                                                           Eliana Jacob Almeida 


Minha mãe tinha visto em um filme: era uma cadeira grande de vime, sem pés, que ficava pendurada em cima de uma piscina. Ali a atriz passava horas lendo seus romances adocicados. Como adorava ler, a partir daquele instante, aquela cadeira passou a povoar os sonhos de minha mãe. Ouvíamos sempre declarar, com suspiros, que maravilha seria passar umas horas lendo em tão confortável cadeira. Anos se passaram, e um dos meus irmãos, na época recém-formado, resolveu fazer uma viagem para o sul com dois amigos, num fusca azul-marinho que nós tínhamos.

Lá, ele se deparou com a famosa cadeira de balanço e não teve dúvidas: gastou o que tinha para realizar o sonho da dona Ely. A cadeira era tão grande que não cabia no carro, enviou-a pelo correio. Enfim chegou o objeto dos sonhos de minha mãe, mas para sua frustração –e nossa também—não havia em nossa casa uma viga sequer onde se pudesse pendurar tal  cadeira. Ficou guardada anos, empoeirou, criou teias de aranha e uns trinta anos depois, quando todos os filhos se formaram,  casaram-se e veio a viuvez, minha mãe vendeu a casa, foi para um apartamento e a cadeira foi para o lixo.

Ouço com frequência a máxima oriental: “cuidado com seus sonhos” e a história da cadeira explica tudo. Passamos nossa vida elegendo cadeiras que serão a resolução de nossos problemas, a concretização de nossos sonhos ou a realização de nossa felicidade. Nem sempre chegam, é verdade, mas talvez seja melhor assim, porque às vezes – quando chegam – é muito triste descobrir que elas não cabem na nossa realidade, fazem parte do mundo dos sonhos.

Outro dia vi uma cena de um filme, de relance – não sei o nome – em que um rapaz foi visitar um tio, que era publicitário em Nova York, e perguntou o que ele fazia em seu trabalho, ao que o tio respondeu: “Eu faço as pessoas infelizes”. Percebendo o espanto do sobrinho, acrescentou: “Eu faço as pessoas infelizes ao pensarem que só estarão bem se comprarem o produto que estou oferecendo”. Falou com convicção, porém com tristeza. Essa cena mostra o que deve ser tarefa nossa em uma sociedade capitalista que estimula o tempo todo o consumismo desenfreado: adquirir apenas o necessário; o que, de verdade, é essencial para nós. Caso contrário, de duas, uma: ou continuaremos infelizes, sonhando a com a nossa “cadeira de balanço” ou então, pagaremos em infinitas vezes a “cadeira” que não teremos onde colocar.

Nesse período de férias, em que a reflexão nos invade, começamos já esboçar os planos para o próximo semestre. Desejo a todos os leitores um bom descanso, com bons projetos e sonhos possíveis e importantes, daqueles que  passam pelo crivo da consciência. Que  todos nós nos convençamos de que as melhores conquistam vêm de dentro, de uma luta constante em ser melhor e mais útil nesse mundo que se especializa em prometer a felicidade por meio de “cadeiras de balanço”.






Eliana Jacob Almeida é professora e escritora. Apaixonada por Literatura, acredita na palavra como instrumento para mudar o mundo.








 Acessando em 05 de abril 2017 - http://jornal4cantos.com.br/cadeira-de-balanco/ 


Texto 2:   MÃOS TALENTOSAS – A HISTÓRIA DE BEN CARSON 
(Trecho do filme).
video

acessado em 07/04/2017  https://www.youtube.com/watch?v=Ee0cZRZ4G4Y



Texto 3: MÃOS TALENTOSAS – A HISTÓRIA DE BEN CARSON


                                    Resenha do filme mãos talentosas

Mãos Talentosas retrata a vida de Ben, um menino pobre, negro, que não tinha muita chance de crescer na vida, ou seja, de se tornar um homem bem sucedido. Ben sempre tirava notas muito baixas na escola e por conta disto era altamente criticado pelos colegas, fazendo com que ele se sentisse como uma pessoa burra, e assim desenvolvendo um temperamento muito agressivo.
A mãe de Ben sempre acreditou no potencial de seu filho, incentivando-o a estudar, a trocar a TV por bons livros, a não desistir, pois acreditava que o filho teria um futuro totalmente diferente do seu.
Através do esforço, incentivo e dedicação da mãe, Ben chegou a ser o melhor aluno da sala. Cresceu e conseguiu alcançar o seu objetivo, não só se tornou médico, mas o melhor neurocirurgião do mundo.
Quando comparamos o filme ao universo do coaching, logo podemos perceber o poder da Programação Mental Positiva, exercida pela mãe de Ben, que o ensinava todo o tempo a materialização dos seus pensamentos, ou seja, fazendo com que ele acreditasse que pensar positivamente o levaria a uma realidade de sucesso, amor e paz.
A mãe de Ben trabalhava em seu filho a Lei da Atenção Concentrada, esta lei dispõe que quando uma pessoa concentra a sua atenção numa ideia  esta se concretiza por si mesma. Ela fez com que ele acreditasse que podia fazer tudo o que as outras pessoas faziam, mas sempre de uma forma melhor. Ajudou-o a expandir sua inteligência e sua crença em Deus e em si mesmo.
Ben foi ajudado por sua mãe a quebrar crenças limitantes e potencializar a sua auto-estima, despertando e aumentando a consciência do seu poder pessoal. Ben passou a caminhar para a evolução do seu eu. Sua fé o levou a perseguir e a alcançar o seu sonho de se tornar um dos mais importantes neurocirurgiões do mundo.



Mônica Bastos

acessado em 8 de abril, 2017 - http://monicabastos2005.blogspot.com.br/2011/07/resenha-do-filme-maos-talentosas.html



sábado, 1 de abril de 2017

ATPC De 04 de abril


                                  Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo

                          Tema:  Democratização da escola pública. 
 Referencias: 
-José Carlos Lebâneo: A Democratização da escola pública.

- Referenciais para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente
(Documento para Consulta Pública - MEC)
- Troca de experiencias entre os participantes. (citações de outros autores). sobre o tema. 



Pedagogia liberal
 1- Tradicional
 2- Renovada progressivista
 3- Renovada não-diretiva
 4- Tecnicista
  Pedagogia progressista
 1- Libertadora
 2- Libertária
 3- Crítico-Social dos conteúdos

LIBÂNEO ,José Carlos: A Democratização da escola pública , 2003 19.ª edição. Ed. Loyola.



                               TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS
video

Acesso em 01 de abril. 2017 https://www.youtube.com/watch?v=HLZtZILFAps




Quadro síntese das tendências pedagógicas


Nome da Tendência Pedagógica
Papel da Escola
Conteúdos
Métodos
Professor
x
aluno
Aprendizagem
Manifestações
Tendência Liberal Tradicional
Preparação intelectual e moral dos alunos para assumir seu papel na sociedade.
Conhecimento e valores sociais acumulados através dos tempos e repassados aos alunos como verdades absolutas.
Exposição e demonstração verbal da matéria e / ou por meios de modelos.
Autoridade do professor que exige atitude receptiva do aluno.
A aprendizagem é receptiva e mecânica, sem se considerar as características próprias de cada idade.
Nas escolas que adotam filosofias humanistas clássicas ou científicas.
Tendência Liberal Renovada Progressivista
A escola deve adequar as necessidades individuais ao meio social.
Os conteúdos são estabelecidos a partir das experiências vividas pelos alunos frente às situações problemas.
Por meio de experiências, pesquisas e método de solução de problemas.
O professor é auxiliador no desenvolvimento livre da criança.
É baseada na motivação e na estimulação de problemas.
Montessori Decroly
Dewey
Piaget
Lauro de oliveira Lima
 Tendência Liberal Renovadora não-diretiva (Escola Nova)
Formação de atitudes.
Baseia-se na busca dos conhecimentos pelos próprios alunos.
Método baseado na facilitação da aprendizagem.
Educação centralizada no aluno e o professor é quem garantirá um relacionamento de respeito.
Aprender é modificar as percepções da realidade.
Carl Rogers, "Sumermerhill" escola de A. Neill.
Tendência Liberal
Tecnicista
É modeladora do comportamento humano através de técnicas específicas.
São informações ordenadas numa sequência lógica e psicológica.
Procedimentos e técnicas para a transmissão e recepção de informações.
Relação objetiva onde o professor transmite informações e o aluno vai fixá-las.
Aprendizagem baseada no desempenho.
Leis 5.540/68
e
5.692/71.
  Tendência Progressista Libertadora
Não atua em escolas, porém visa levar professores e alunos a atingir um nível de consciência da realidade em que vivem na busca da transformação social.
Temas geradores.
Grupos de discussão.
A relação é de igual para igual, horizontalmente. 
Resolução da situação problema.
Paulo Freire.
Tendência Progressista Libertária
Transformação da personalidade num sentido libertário e autogestionário.
As matérias são colocadas, mas não exigidas.
Vivência grupal na forma de auto-gestão.
É não diretiva, o professor é orientador e os alunos livres.
Aprendizagem informal, via grupo.
C. Freinet
Miguel Gonzales
Arroyo.
Tendência Progressista "crítico social
dos conteúdos ou "histórico-crítica"
Difusão dos conteúdos.
Conteúdos culturais universais que são incorporados pela humanidade frente à realidade social.
O método parte de uma relação direta da experiência do aluno confrontada com o saber sistematizado.
Papel do aluno como participador e do professor como mediador entre o saber e o aluno.
Baseadas nas estruturas cognitivas já estruturadas nos alunos.
Makarenko
B. Charlot
Suchodoski
Manacorda
G. Snyders
Demerval Saviani.
Disponível em <http://pedagogia.tripod.com/quadro_tendencias.htm>. Acessado em 19/03/2017.


                         Qual  o perfil ideal de um bom professor? 

1. Domina os conteúdos curriculares das disciplinas que leciona, o que inclui a compreensão de seus princípios e conceitos.  

2. Conhece as características de desenvolvimento dos alunos, suas experiências e contexto em
que vivem, e como esses fatores afetam sua aprendizagem.

3. Domina a didática das disciplinas que ensina, incluindo diversas estratégias e atividades de
ensino.

4. Domina o currículo ou as diretrizes curriculares das disciplinas que leciona.

5. Organiza os objetivos e conteúdos de maneira coerente com o currículo, os momentos de desenvolvimento dos alunos e seu nível de aprendizagem.

6. Seleciona recursos de aprendizagem de acordo com os objetivos de aprendizagem e as características de seus alunos.

7. Seleciona estratégias de avaliação coerentes com os objetivos de aprendizagem, a disciplina que ensina e o currículo, permitindo com que todos os alunos demonstrem o que aprenderam.

8. Estabelece um clima favorável para a aprendizagem, baseado em relações de respeito, equidade, confiança, cooperação e entusiasmo.

9. Manifesta altas expectativas em relação às possibilidades de aprendizagem e desenvolvimento de todos os seus alunos.

10. Estabelece e mantém normas de convivência em sala de aula, de modo que os alunos aprendam a ter responsabilidade pela sua aprendizagem e a dos colegas.

11. Demonstra valores, atitudes e comportamentos positivos e promovem o desenvolvimento deles pelos alunos.

12. Comunica-se efetivamente com os pais de alunos , atualizando-os e buscando estimular o seu comprometimento com o processo de ensino aprendizagem dos alunos.

13. Aplica estratégias de ensino desafiantes e coerentes com os objetivos de aprendizagem e com os diferentes níveis de aprendizado dos alunos.

14. Utiliza métodos e procedimentos que promovem o desenvolvimento do pensamento e da busca independente do conhecimento.


Referenciais para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente



Documento para Consulta Pública - MEC


                                                  Divulgação 

Comvest vai oferecer Oficina sobre a Prova de Redação para professores da área da linguagem.




A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) abrirá, no próximo dia 3 de abril, às 9 horas, o período de inscrição para a oficina “A Redação no Vestibular Unicamp”, sobre as características da prova aplicada pela Universidade. A oficina é destinada a professores de Português/Redação dos ensinos fundamental II e médio, e alunos de graduação (Letras, Linguística e Estudos Literários) e pós-graduação (Letras e Linguística). Os interessados deverão fazer a inscrição exclusivamente pela internet, em www.comvest.unicamp.br, até as 17 horas do dia 7 de abril. As vagas são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição. A oficina será realizada no dia 6 de maio (sábado) das 9 às 17 horas, no campus da Unicamp, em Campinas.

Poderão se inscrever professores das redes particular e pública de ensino, bem como alunos de graduação matriculados no último ano e de pós-graduação, todos ligados à área da linguagem. A taxa de inscrição é de 60 reais para alunos e professores de escolas públicas e 120 reais para professores de escolas particulares. Serão oferecidas 340 vagas, sendo:

120 para professores da rede pública;
120 para professores da rede particular;
100 para alunos de graduação ou pós-graduação.

A realização da oficina reflete a preocupação da Comvest em divulgar as características de sua prova à comunidade externa, devido à importância da redação em seu exame. A prova da Redação Unicamp será apresentada e os participantes poderão saber também quais são os critérios de correção. A oficina é uma oportunidade para o professor conhecer e entender a prova e poder preparar melhor seus alunos para o Vestibular Unicamp.


Informações sobre a oficina podem ser obtidas pelo telefone: (19) 3521-1783 ou através do e-mail: oficina@comvest.unicamp.br

 Fonte:                                                                                                                                                                 acessado em 02 de abril de 2017  http://www.comvest.unicamp.br/oficina_redacao/oficina.html