Hora de Estudar

sábado, 18 de novembro de 2017

Dia Nacional da Consciência Negra


ATPC - 21 de novembro 2017
Aula de trabalho Pedagógico Coletivo
Ensino Fundamental

Formador: Martins Ramos – Professor Coordenador.

  
Caros professores, em atendimento à sugestões de pauta, prática rotineira em nosso trabalho, esta coordenação informa que o tema central do nosso encontro de 21 de novembro, será:  Dia Nacional da Consciência Negra.


                 Desenvolvimento:
-Informes gerais
-Levantamento de alunos com baixa assiduidade no 4.º bimestre.
- Leitura prévia do “Painel sugestão de Leitura”.
- Sessão pipoca com o filme: 12 anos de escravidão.
-Debates e resenhas sobre a temática abordada no filme.




12 Anos de Escravidão - Trailer 

Fonte: youtube.com



                                          Painel Sugestão de Leitura

Texto 01 

Resenha do Filme 12 anos de escravidão.

Ficha técnica:
Nome original: 12 Years a Slave
Produção: EUA/Reino Unido, 2013
Direção: Steve McQueen
Elenco: Chiwetel Ejiofor, Michael Fassbender, Brad Pitt, Quvenzhané Wallis, Lupita Nyong

Resenha:

Baseado em fatos reais, o filme conta a história de Solomon Northup, um homem negro e livre, que é vendido como escravo no período que antecede a guerra civil americana.

Apesar de Negro, Solomon já nasceu livre, tem família saudável e é um respeitado músico. De vida simples, é atraído por uma boa oferta de emprego, sem perceber que se tratava de uma emboscada. A partir daí, o filme aborda toda a realidade do tráfico de escravos, os diferentes temperamentos de seus donos, e o sofrimento da separação de mães e filhos, solidão, e falta de esperança.

Humilhação e espancamentos são tratados sem máscara, e algumas cenas nos revoltam e chocam. Cada cena reforça a perda da humanidade pelos próprios escravos, aceitando a condição que o homem branco lhes impõe e, às vezes, sentindo-se como animais. O diretor aborda o sexo entre os escravos como prova desse despojamento de humanidade e honra dos escravos, quando uma escrava inicia um ato sexual com um outro escravo qualquer e após o prazer obtido, se arrepende e chora, sentindo-se desonrada e traída pela necessidade da carne.

O filme compartilhou o prêmio anual da Producers Guild of America, no Beverly Hilton, em Los Angeles. Um raro empate dividiu o prêmio entre os filmes “Gravity” e “12 Years a Slave” como os dois melhores filmes do ano na área do cinema.  Foram anunciados hoje os nomeados para a 29ª edição dos Independent Spirit Awards, galardões destinados a premiar o melhor do cinema independente norte-americano e mundial. 12 Anos de Escravidão é um dos inidcados ao Oscar, e críticos esperam que ele ganhe o prêmio de “melhor imagem”.

Emoção e revolta irão te acompanhar durante todo o filme. Sem dúvida, uma excelente opção, para o púbico adulto. 

Fonte: http://www.gostodeler.com.br/materia/18750/resenha_do_filme_12_anos_de_escravidao.html

Texto 02  Dia Nacional da Consciência Negra




O dia 20 de novembro faz menção à consciência negra, a fim de ressaltar as dificuldades que os negros passam há séculos.

A escolha da data foi em homenagem a Zumbi, o último líder do Quilombo dos Palmares, em consequência de sua morte. Zumbi foi morto por ser traído por Antônio Soares, um de seus capitães.

A localização do quilombo ficava onde é hoje o estado de Alagoas, na Serra da Barriga.

O Quilombo dos Palmares foi levantado para abrigar escravos fugitivos, pois muitos não suportavam viver tendo que aguentar maus tratos e castigos de seus feitores, como permanecerem amarrados aos troncos, sob sol ou chuva, sem água e sofrendo com açoites e chicotadas. O local abrigou uma população de mais de vinte mil habitantes.

Ao longo da história, os negros não foram tratados com respeito, passando por grandes sofrimentos. Pelo contrário, foram escravizados para prestar serviços pesados aos homens brancos, tendo que viver em condições desumanas, amontoados dentro de senzalas.

Muitas vezes suas mulheres e filhas serviam de escravas sexuais para os patrões e seus filhos, feitores e capitães do mato, que depois as abandonavam.

As casas dos escravos eram de chão batido, não tinham móveis nem utensílios para cozinhar. As esposas dos barões é quem lhes concedia alguns objetos, para diminuir as dificuldades de suas vidas. Nem mesmo estando doentes eram tratados de forma diferente, com respeito e dignidade. Ficavam sem remédios e sem atendimento médico, motivo pelo qual inventaram medicamentos com ervas naturais, ações aprendidas com os índios durante o período de colonização.

Algumas leis foram criadas para defender os direitos dos negros, pois muitas pessoas não concordavam com a escravização. A Lei do Ventre Livre foi a primeira delas, criada em 1871, concedendo liberdade aos filhos dos escravos nascidos após a lei. No ano de 1885, criaram a Lei dos Sexagenários, dando liberdade aos escravos com mais de sessenta anos de idade.

Porém, com a Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel em 13 de maio de 1888, foi que os escravos conquistaram definitivamente sua liberdade.

O grande problema dessa libertação foi que os escravos não sabiam realizar outro tipo de trabalho, continuando nas casas de seus patrões, mesmo estando libertos. Com isso, a tão esperada liberdade não chegou por completo.

As oportunidades de vida que tiveram eram limitadas apenas aos trabalhos pesados, como não haviam estudado e não aprenderam outros ofícios além dos braçais, porém, alguns conseguiram emprego no comércio.

O dia da consciência negra surgiu para lembrar o quanto os negros sofreram, desde a colonização do Brasil, suas lutas, suas conquistas. Mas também serve para homenagear àqueles que lutaram pelos direitos da raça e seus principais feitos.




Texto 03:  Livro 12 anos de Escravidão. Leitura on line.




NFORMAÇÕES SOBRE O LIVRO
Título: 12 Anos de Escravidão
Autor: Solomon Northup
Gênero: Literatura Estrangeira,Suspense, Drama
Ano de Lançamento: 2014
Formato: .pdf


SINOPSE
12 Anos de Escravidão - Solomon Northup12 Anos de Escravidão é um livro de memórias angustiantes sobre um dos períodos mais sombrios da história norte-americana. Ele relata como Solomon Northup, nascido um homem livre em Nova York, foi atraído para Washington, D.C., em 1841, com a promessa de um emprego, e então drogado, espancado e vendido como escravo. Ele passou os doze anos seguintes de sua vida em cativeiro, trabalhando, na maior parte do tempo, em uma plantação de algodão em Louisiana. Após seu resgate, Northup escreveu este registro excepcionalmente vívido e detalhado da vida escrava. Tornou-se um sucesso imediato e, hoje, é reconhecido por sua visão incomum e eloquência, como um dos poucos retratos realmente fiéis da escravidão americana, redigido por alguém tão culto quanto Solomon Northup — uma pessoa que viveu sua vida sob a óptica de uma dupla perspectiva: ter sido tanto um homem livre como um escravo. Nas telinhas do Cinema, Solomon Northup foi interpretado pelo ator Chiwetel Ejiofor e Brad Pitt interpretou o abolicionista canadense que ajudou Solomon a reconquistar sua liberdade, além de ser o produtor do filme. Um relato surpreendente de um importante período, que conta em detalhes históricos, os perigos, os horrores e humanidade da vida de um grande número de escravos. Uma peça inestimável da História: as memórias de Solomon Northup.

Fonte:  http://livrosonlinegratis.net/12-anos-de-escravidao-solomon-northup/


Boa Leitura,
Prof. Coordenador Martins Ramos.



domingo, 12 de novembro de 2017

ATPC 14 novembro, 2017

ATPC - 14 de novembro 2017
Aula de trabalho Pedagógico Coletivo 



Formador: Professor Coordenador Martins Ramos













ATPC - 07 de novembro 2017
Aula de trabalho Pedagógico Coletivo
Ensino Fundamental
Formador: Martins Ramos – Professor Coordenador.





































                                                Desenvolvimento:
- Informes gerais
- Revisitação plataforma: Foco Aprendizagem
- Análise nos indicativos dos 1.º; 2.º e 3.º Bimestres das AAPs
                      (Avaliação de Aprendizagem em Processo)
- Revisitar o Portal da Escola de formação EFAP. Conferir os cursos oferecidos.

- Sugestão de Leitura.





Formador: Martins Ramos – Professor Coordenador.

Para começar!


Vídeo: A Arte do Otimismo 



Sugestão de Leitura: “Emocionometro” uma prática bem sucedida. 
                                         
                                             LINK 01

Clique AQUI “Emocionometro” uma prática bem sucedida.

Fonte: Acessado em 09/11/2017  http://www.revistapazes.com/emocionometro-e-meditacao-apresentam-resultados-positivos-em-escolas-do-espirito-santo/

                                                 LINK 02
Sugestão de Leitura: A importância do ato de ler

FREIRE, Paulo. Editora: Cortez.

             Clique:   A importância do ato de ler

quarta-feira, 8 de novembro de 2017


ATPC - 08 de novembro 2017
Aula de trabalho Pedagógico Coletivo
Ensino Médio



Formador: Daniel Freitas – Professor Coordenador.




Reunião Pedagógica
Realização do Projeto Feira das Profissões


                                
Objetivo Geral: Organizar o grupo de docentes para realização dos trabalhos que envolvem o projeto “ Feira das Profissões. ”




Cronograma de Atividades:
·        10/11/2017 - reunião pedagógica/retomada do projeto/organização de trabalho;
·        13,14,16 e 17 de novembro – entrega de materiais;
·        21,22 e 23 de novembro – confecção, execução de trabalhos e demais orientações (os professores responsáveis pelas salas, poderão utilizar as últimas aulas destes dias para realização destas atividades);
·        24/11/2017 – realização da feira de profissões e avaliação da comissão de professores.

Orientação para confecção e apresentação dos trabalhos:
·        As salas poderão confeccionar cartazes, folders, banners e outros tipos de divulgação que acharem necessário;
·        A decoração da sala será feita de maneira simples e objetiva, visando sempre a divulgação do conteúdo;
·        Desde que necessário, os alunos poderão vir caracterizados conforme orientação do responsável da sala;
·        Será permitido utilização de mídias digitais e outras tecnologias, desde que tenha relação com o projeto;
·        Os alunos poderão visitar outras salas e conhecer outras profissões, de forma organizada, respeitando a permanência de pelo menos 1/3 de alunos presentes na sala.


Ficha avaliativa. Clique no link abaixo:

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Alfabetização e Letramento


ATPC - 07 de novembro 2017
Aula de trabalho Pedagógico Coletivo
Ensino Fundamental


Formador: Martins Ramos – Professor Coordenador.


Texto 01 


POESIA
O QUE É LETRAMENTO?  
                                    ( KATE M CHONG)
 

O QUE É LETRAMENTO?

LETRAMENTO NÃO É UM GANCHO

EM QUE SE PENCURA CADA ENUNCIADO,
NÃO É TREINAMENTO REPETITIVO
DE UMA HABILIDADE,
NEM UM MARTELO
QUEBRANDO BLOCOS DE GRAMÁTICA.

LETRAMENTO É DIVERSÃO
É LEITURA À LUZ DE VELA
OU LÁ FORA, À LUZ DO SOL.

SÃO NOTÍCIAS SOBRE O PRESIDENTE,
O TEMPO, OS ARTISTAS DA TV
E MESMO MÔNICA E CEBOLINHA NOS JORNAIS DE DOMINGO.

É UMA RECEITA DE BISCOITO,
UMA LISTA DE COMPRAS, RECADOS COLADOS NA GELADEIRA,
UM BILHETE DE AMOR,
TELEGRAMA DE PARABÉNS E CARTAS
DE VELHOS AMIGOS.


É VIAJAR PARA PAISES DESCONHECIDOS,
SEM DEIXAR SUA CAMA,
É RIR E CHORAR
COM PERSONAGENS, HERÓIS E GRANDES AMIGOS.

É UM ÁTLAS DO MUNDO,
SINAIS DE TRÂNSITO, CAÇAS AO TESOURO,
MANUAIS, INSTRUÇÕES, GUIAS,
E ORIENTAÇÕES EM BULAS DE REMÉDIOS,
PARA QUE VOCÊ NÃO FIQUE PERDIDO.


LETRAMENTO É SOBRETUDO,
UM MAPA DO CORAÇÃO DO HOMEM,
UMA MAPA DE QUEM VOCÊ É,
E DE TUDO O QUE VOCÊ PODE SER.
(Kate M Chong)



Texto 02   Magda Soares - Alfabetização e Letramento

Acessado em 01/11/17 https://www.youtube.com/watch?v=-YP-7l6oAZM


Texto 03            Alfabetização e letramento

Acessado em 01/11/17  https://www.youtube.com/watch?v=adySOlWPmBs



   Texto 04                     O que é ser Alfabetizado e Letrado



               Acessado em 01/11/17 https://www.youtube.com/watch?v=DHBnZNflA98



Texto 05           ALFABETIZAÇÃO OU LETRAMENTO?
                                             ( Amelia Hamze)
                                                        Profª FEB/CETEC e FISO

Letramento é uma tradução para o português da palavra inglesa “literacy” que pode ser traduzida como a condição de ser letrado. Um indivíduo alfabetizado não é necessariamente um indivíduo letrado. Alfabetizado é aquele indivíduo que sabe ler e escrever; letrado é aquele que sabe ler e escrever, mas que responde adequadamente às demandas sociais da leitura e da escrita. Alfabetizar letrando, é ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, assim o educando deve ser alfabetizado e letrado. A linguagem é um fenômeno social, estruturada de forma ativa e grupal do ponto de vista cultural e social. A palavra letramento é utilizada no processo de inserção numa cultura letrada.

Nos Estados Unidos e na Inglaterra, embora a palavra literacy já constasse do dicionário desde o final do século XIX, foi nos anos 80 , que o fato tornou-se foco de atenção e de estudos nas áreas da educação e da linguagem. No Brasil os conceitos de alfabetização e letramento se mesclam e se confundem. A discussão do letramento surge sempre envolvida no conceito de alfabetização, o que tem levado, a uma inadequada e imprópria síntese dos dois procedimentos, com prevalência do conceito de letramento sobre o de alfabetização. Não podemos separar os dois processos, pois a princípio o estudo do aluno no universo da escrita se dá concomitantemente por meio desses dois processos: a alfabetização, e pelo desenvolvimento de habilidades da leitura e escrita, nas práticas sociais que envolvem a língua escrita , o letramento.

O conhecimento das letras é apenas um meio para o letramento , que é o uso social da leitura e da escrita. Para formar cidadãos atuantes e interacionistas, é preciso conhecer a importância da informação sobre letramento e não de alfabetização. Letrar significa colocar a criança no mundo letrado, trabalhando com os distintos usos de escrita na sociedade. Essa inclusão começa muito antes da alfabetização, quando a criança começa a interagir socialmente com as práticas de letramento no seu mundo social. O letramento é cultural, por isso muitas crianças já vão para a escola com o conhecimento alcançado de maneira informal absorvido no cotidiano. Ao conhecer a importância do letramento, deixamos de exercitar o aprendizado automático e repetitivo, baseado na descontextualização.

Na escola a criança deve interagir firmemente com o caráter social da escrita e ler e escrever textos significativos. A alfabetização se ocupa da aquisição da escrita pelo indivíduo ou grupos de indivíduos, o letramento focaliza os aspectos sócio históricos da aquisição de um sistema escrito por uma sociedade. “Em termos sociais mais amplos, o letramento é apontado como sendo produto do desenvolvimento do comércio, da diversificação dos meios de produção e da complexidade crescente da agricultura. Ao mesmo tempo, dentro de uma visão dialética, torna-se uma causa de transformações históricas profundas, como o aparecimento da máquina a vapor, da imprensa, do telescópio, e da sociedade industrial como um todo”. TFOUNI, Leda Verdiani.

A alfabetização deve se desenvolver em um contexto de letramento como início da aprendizagem da escrita, como desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes de caráter prático em relação a esse aprendizado; entendendo que a alfabetização e letramento, devem ter tratamento metodológico diferente e com isso alcançar o sucesso no ensino aprendizagem da língua escrita, falada e contextualizada nas nossas escolas. Letramento é informar-se através da leitura, é buscar notícias e lazer nos jornais, é interagir selecionando o que desperta interesse, divertindo-se com as histórias em quadrinhos, seguir receita de bolo, a lista de compras de casa, fazer comunicação através do recado, do bilhete, do telegrama. Letramento é ler histórias com o livro nas mãos, é emocionar-se com as histórias lidas, e fazer, dos personagens, os melhores amigos. Letramento é descobrir a si mesmo pela leitura e pela escrita, é entender quem a gente é e descobrir quem podemos ser.


Acessado em 01/11/2017,   http://educador.brasilescola.uol.com.br/trabalho-docente/alfabetizacao.htm



terça-feira, 31 de outubro de 2017


ATPC - 1 de novembro 2017
Aula de trabalho Pedagógico Coletivo
Ensino Médio

Formador: Daniel Freitas – Professor Coordenador.




MÍDIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO

Objetivo Geral: Favorecer ao grupo docente a utilização de ferramentas digitais, através de plataformas de tecnologia e informação, proporcionando um aprofundamento do conhecimento e contextualização das aulas.

Temas e Conteúdos: Mídias e educação, plataformas digitais, aplicativos educacionais, TDIC (tecnologia digital de informação e comunicação), formação continuada em mídias digitais, TIC (tecnologia de informação e comunicação).
Desenvolvimento:

ü  Leitura do texto – “ CURRÍCULO, TECNOLOGIA E CULTURA DIGITAL: ESPAÇOS E TEMPOS DE WEB CURRÍCULO “. Disponível em: http://revistas.pucsp.br/index.php/curriculum/article/viewFile/5676/4002\ ;

ü  Sugestão de leitura e aprofundamento -  “Tecnologias Digitais na Educação”. Disponível em: 
https://static.scielo.org/scielobooks/6pdyn/pdf/sousa-9788578791247.pdf ;

ü  Formação e utilização de ferramentas digitais:
http://escoladigital.org.br/ 

 http://www.intranet.educacao.sp.gov.br/ ;
                          

                                Vídeos sobre o tema: 
 https://www.youtube.com/watch?v=9EeIXj-gbGI 

 https://www.youtube.com/watch?v=LWxHXvq4qYk 

 https://www.youtube.com/watch?v=Zge9v2jIhRA ;

ü  Debate e aprofundamento;
ü  Encaminhamentos.




ATPC - 01/11/2017   

segunda-feira, 30 de outubro de 2017


ATPC - 31 de outubro 2017
Aula de trabalho Pedagógico Coletivo
Ensino Fundamental
Formador: Martins Ramos – Professor Coordenador.


- Informes gerais;
- Saresp 2017;
-Devolutiva AAP aos alunos -Avaliação de Aprendizagem em Processo;
-Atualização lista piloto/ diário de classe.

Desenvolvimento:

·        -Informes sobre cursos de formação continuada, inscrições PEI;
·        -Atualização dos diários de classe / lista piloto;
·      -  Leitura do comunicado sobre inscrição PEI – Programa Ensino Integral;
·       - Revisitar as matrizes de referências para avaliação – SARESP;
·       - Socializar as ações desenvolvidas nas devolutivas das AAPs.





                                                   Links:
Link 01: Comunicado Programa Ensino Integral Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio

Link 02: Matrizes de referência para avaliação. (Saresp)



Link 01 Clique AQUI Edital de Credenciamento –2017 – Atuação 2018



Link 02 Clique AQUI Matrizes de referência para avaliação/ Saresp.

domingo, 29 de outubro de 2017

Avaliação externa - Saresp

ATPC
Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo
25 de outubro/ 2017

Formador: Daniel Freitas - Professor Coordenador
Reunião Pedagógica 

 Ensino Médio


Avaliação externa - Saresp

pinterest
Objetivo Geral: Analisar resultados de índices das avaliações de larga escala, para possíveis intervenções e direcionamentos pedagógicos.


Temas e Conteúdos:  Índices de desempenho, AAP, Plataforma Foco Aprendizagem, recuperação de aprendizagem.


Desenvolvimento:

ü   Informes gerais;
ü  Análise do boletim – Saresp 2016;
ü  Navegação da Plataforma “ Foco Aprendizagem”;
ü  Recuperação intensiva, contínua e paralela.;
ü  Debate e aprofundamento;
ü  Encaminhamentos.







ATPC – 25/10/2017   

domingo, 22 de outubro de 2017

Educação e tecnologia


ATPC DE  24/10/2017
Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo.
Formador: Prof. Martins Ramos



Caros colegas Professores, no encontro de formação desta semana, o tema central será a Educação e tecnologia.  Diante da repercussão de leis e projetos de lei e, sobretudo, a realidade em nossas escolas sobre o tema, elenquei cinco (5) textos de apoio e sugiro que para o encontro, vocês sintam-se à vontade para apresentar textos pertinentes ao assunto. 

     Desenvolvimento:
- Apresentação da Pauta do dia;  
- Informes sobre cursos em andamento e inscrições abertas;
- Proposta de formação específica: Expedição office 365;
-Revisitar os textos de apoio;
-Debate e compartilhamento de boas práticas e/ou entraves na relação Educação / Tecnologia.  

Bom estudo,
Prof. Coordenador Martins Ramos. 



 01 -     Põe  na roda: celular em sala de aula. Duração:  5:29.  




Texto 02 - Como lidar com os celulares em sala de aula  
                                      (Carolina Pignatari)

Olá educadores!

Você é daqueles que pega o celular toda hora? Se distrai fácil com os aplicativos do aparelho? Ou é professor e não aguenta mais chamar a atenção dos seus alunos quanto ao uso em sala de aula? Pois saiba que estamos lidando com a “geração distraída”, que são as pessoas que prestam mais atenção a seus aparelhos tecnológicos do que em qualquer outra coisa.

Aqui vamos falar de algumas maneiras de lidar com essas distrações digitais em sala de aula.

Para educadores que são a favor do uso de novas tecnologias em seus métodos de ensino, dispositivos digitais são uma ferramenta poderosa para a criação de uma experiência educacional diferenciada e motivadora. Mas, aqueles que são um pouco mais hesitantes, acham que os alunos usam os aparelhos para acessar o Instagram ou Facebook, ou seja, seriam distrações que interferem com a experiência educacional, ao invés de incentivar. A maioria dos educadores, no entanto, acreditam que essas duas coisas ao mesmo tempo usadas no momento certo, só tem a ajudar.

No meio de todo esse debate, só tem uma coisa que é certa: os dispositivos digitais em sala de aula vieram mesmo para ficar, seja fornecido pela escola ou usado escondido pelo aluno. A questão não é mais “devemos permitir o uso desses aparelhos em sala de aula?”, mas sim “agora que estão aqui, como não fazer com que essas ferramentas digitais sejam uma distração para o aluno?”.

O site Edudemic dá algumas dicas sobre esse assunto.

1- Destruir o mito de que dá pra fazer várias coisas ao mesmo tempo

Pergunte a qualquer estudante o que ele acha de mandar mensagem durante a aula. Com certeza, ele vai responder que pode fazer as duas coisas ao mesmo tempo e estava prestando atenção ao professor. Esse é o mito de “fazer várias coisas ao mesmo tempo” em ação. Mesmo sem querer, a atitude acaba sendo reforçada em casa por adultos quando, por exemplo, vão jantar e usam o tablet ou respondem um email no celular durante a apresentação do filho.

A verdade é que ser uma pessoa multitarefa, permite fazer várias coisas ao mesmo tempo, mas não fazê-las bem. O problema é que realmente só temos um canal de atenção, e adicionar mais coisas para prestar atenção, só vai “entupir” esse canal e você não vai fazer nada muito bem.

O problema em sala de aula é que o aluno vai falar que estava ouvindo o professor explicar a matéria. Pode até ser verdade, mas ele não estará assimilando tudo como deveria e estará perdendo detalhes importantes naqueles meros segundos em que olha para o celular.

Se você professor, está tendo esse problema em sala, uma boa ideia para combater o mito da multitarefa é fazer um plano de aula sobre a atenção e foco. Esta lição não tem de tomar muito tempo, e deve abranger atividades mais práticas, como por exemplo, o teste da linha horizontal (Este site deixou de exibir o conteúdo. Atualizado 11/08/2017) ou a ilusão “monkey business”.

2- Repense a proibição dos smartphones em sala de aula

Algumas escolas e professores têm regras rígidas a respeito da proibição de smartphones e tablets em sala de aula. Apesar de compreensível, a efetividade dessas proibições são discutíveis. Claro que mandar mensagens, entrar no Facebook ou atender ligações devem mesmo ser banidas, mas a falta do aparelho inibe o estudante de fazer pesquisa sobre algo que não entendeu ou ver uma imagem do que está sendo explicado. Além do mais, para os jovens atualmente, os smartphones são como uma parte do corpo e ficar sem eles, pode causar grande ansiedade e se tornar a distração em si.

Não é também para deixar tudo liberado para os alunos, mas é uma boa o professor tentar fazer um plano de aula em que use a tecnologia junto com os jovens para motivá-los e ajudar a ter mais responsabilidade no uso.

Outra sugestão é estabelecer um dia por semana em que os estudantes devem deixar seus smartphones de lado (numa caixa, talvez) e, assim, fazer uma aula mais colaborativa e participativa com eles, com tarefas presenciais que seriam impossíveis com o celular. Assim, eles não sentirão o efeito da proibição.

3- Escreva como eles leem

Sabia que nós lemos de forma diferente quando o texto é online ou no papel? Os leitores de internet gostam mais de dar uma olhada geral, procurando por algo mais profundo só quando alguma coisa chama atenção. A maioria não gosta de grandes textos ininterruptos quando estão online. E os estudantes são assim.

Então, quando for fazer textos para eles lerem, principalmente assuntos mais densos, quebre com cabeçalhos, negritos e listas em tópicos, sempre com bastante espaço. E quem sabe até, fazer um resumo do que está por vir para chamar a atenção dos alunos. Como os jovens estão cada vez mais visuais, é sempre bom também usar fotos, imagens e gráficos em seus textos.

4- Use suas distrações para despertar o aprendizado

Sabia que existem estilos de distrações online? Tem aluno que gosta de mandar mensagens, outros que gostam de vídeo, outros que preferem games e por aí vai. Como usar esses “estilos” no aprendizado? O professor pode pedir pro estudante que gosta de mensagens, escrever um texto pelo celular e mandar pelo Whatsapp, por exemplo. Ou então, o jovem que gosta de game pode criar uma história para um novo jogo. Essas duas abordagens despertam o lado criativo e lógico dos estudantes. E implicitamente, você vai estar ensinando como construir um argumento, criar personagens, descrições, diálogos e muito mais. Aí, quando ele for fazer uma prova de verdade, vai lembrar dessas lições que ele aprendeu “brincando”.

Se o aluno não tiver nenhuma preferência tecnológica e só pega o celular por comodismo mesmo, tente fazê-lo trocar o aparelho por caneta e papel, incentivando-o a escrever e rabiscar. Não importa seu método, o importante aqui é ter uma abordagem mais individualizada para cada aluno, se possível.

5- Não poste tudo na internet

Resista à tentação de colocar todo o conteúdo das aulas online. Isso pode tirar a atenção deles: “pra que prestar a atenção na aula se posso ler tudo online mais tarde”. Só deixe disponíveis exercícios ou pesquisas que despertem a curiosidade dos estudantes para o que foi ensinado em aula.

6- Crie oportunidades para despertar a curiosidade fora do mundo virtual

Existe uma razão para que os estudantes estejam sempre distraídos com seus smartphones e tablets: eles são interessantes. Envolva os alunos com projetos que os desafiem e lhes deem autonomia criativa. Use espaços ao ar livre como sala de aula. Convide palestrantes convidados. Crie formas de aprendizagem em que eles tenham que colocar a mão na massa, literalmente. Deixe os estudantes comandarem as discussões, ao invés de ficar você muito tempo falando. Com um pouco de vontade para agitar as coisas, você pode ser tão interessante quanto os celulares.

7- Ensine perseverança (grit)

Isto posto, é importante lembrar que um dos grandes pontos positivos dos aparelhos digitais é que eles proporcionam gratificação imediata. Por isso, é muito recomendado que os educadores ensinem seus alunos a ter “grit”. Mas o que é isso? “Grit” é ter perseverança para alcançar seus objetivos maiores e a longo prazo, mesmo enfrentando desafios e contratempos, envolvendo a parte psicológica como controle de esforço, estratégia e táticas. Sabendo como fazer, os estudantes aprendem a ter mais foco e controlar seus impulsos pela tecnologia.

Os adolescentes tem uma mente muito dinâmica, então mexer em smartphones é quase intuitivo. Desse modo, não tem mais como ignorar esse impulso. O que a escola deve fazer é incorporar o gadget aos métodos de ensino. Deve-se achar um meio-termo entre a proibição e a liberação do uso em sala de aula, com apoio dos pais, professores e alunos.

O que acontece é que estamos em uma época de transição em que não há regras estabelecidas nesse quesito. Os educadores devem tentar vários modos de uso e chegar ao melhor resultado para a aprendizagem.

Até mais!

Carolina Pignatari

acessado 20/10/2017



Texto 04 - Como transformar o uso do celular em sala de aula em um aliado da tecnologia na educação?
                                                                                        ( Luísa França)

A realidade das novas gerações é completamente distinta do que outras pessoas viveram em outras épocas, não é mesmo? Agora, boa parte dos jovens possui um smartphone, tendo acesso rápido às toneladas de informações e interações a cada minuto.

Vendo sob essa perspectiva, fica bastante claro que somente lousa, giz e cadernos não são mais suficientes para manter essa geração motivada e interessada em aprender, certo? E embora o uso do celular em sala de aula seja abominado por grande parte dos educadores, cada dia mais profissionais da área se perguntam: há como torná-lo um aliado da educação?

É exatamente sobre esse assunto que vamos falar nesse texto. Continue a leitura e confira como usar a tecnologia a seu favor durante as aulas!

Desenvolvendo estratégias produtivas
O telefone móvel já faz parte da vida de mais de 50% da população brasileira. E isso inclui, claro, muitas crianças e jovens. Por isso, proibir o uso do celular em sala de aula pode acabar se revelando um tiro no pé, já que essa atitude pode criar um grande abismo entre a escola e a vida pessoal dos estudantes.

O aparelho pode se tornar um rico instrumento de aprendizagem. A grande maioria dos smartphones atuais possui inúmeros recursos que podem ser utilizados nesse sentido: câmeras, gravador de voz, mapas, além de, é claro, o acesso à internet. Estar conectado em sala de aula não necessariamente significa distração e perda de foco. Quando bem direcionada, essa alternativa é também uma maneira de aprender como pesquisar, coletar dados e referências e inteirar-se de assuntos atuais em tempo real. Ou seja, o aluno acaba se tornando o protagonista do próprio aprendizado.

Em uma aula de geografia sobre a América, por exemplo, que tal incentivar os alunos a buscarem em seus dispositivos móveis os dados recentes sobre demografia, política, aspectos sociais e curiosidades inerentes aos países pertencentes ao continente?

Obviamente, o uso de celular em sala de aula sem nenhuma estratégia ou tipo de controle não é, absolutamente, recomendado. O ideal é que o professor consiga, junto da coordenação, desenvolver práticas pedagógicas que insiram o aparelho móvel de maneira lúdica e voltada para o estímulo da curiosidade do aluno.

Inserindo o uso do celular em sala de aula
Quando utilizados da maneira correta, os celulares em sala de aula têm o poder de melhorar sobremaneira a motivação e o nível de aprendizagem dos alunos. Além disso, possuem a grande vantagem de serem ferramentas magníficas de apoio ao professor. Por meio deles, é possível incrementar as aulas e oferecer conteúdos mais interativos e que despertem o interesse genuíno do aluno em participar do processo.

Até mesmo as tão temidas redes sociais, como Facebook e Whatsapp, podem ser direcionadas para uso em sala de aula. A criação de grupos de discussão e debates sobre determinado assunto é um bom exemplo disso. Além de promover maior participação do aluno, elas permitem que a atividade se expanda para além do período escolar e instigue os jovens a buscar referências na internet para basearem seus argumentos e opiniões.

Outra possível maneira de inserir o uso de celulares em sala de aula de maneira construtiva é por meio da produção de conteúdo digital. Com as câmeras de foto e vídeo dos aparelhos cada vez mais sofisticadas e potentes, é possível propor atividades que explorem esses recursos. Criação de telejornais, entrevistas e produção de filmes curtos estão entre as opções.

Inclusive a nova febre mundial no quesito jogos, o Pokémon Go, com sua proposta de aliar personagens fictícios a elementos reais — a chamada realidade aumentada —, pode ser utilizado como ferramenta para promover a integração entre os alunos que se interessam pelo jogo e a realização de atividades em grupo e visitas guiadas a museus e parques, por exemplo.

Por fim, além de todas as possibilidades que o celular apresenta somente por ter recursos digitais e amplo acesso à internet, já existe também um sem número de ferramentas educacionais gratuitas, especialmente desenvolvidas com o objetivo de auxiliar o professor. Tais ferramentas, como o AppProva, por exemplo, além de aumentar sobremaneira o engajamento dos alunos em sala de aula, acaba facilitando a vida do educador também. Isso porque é possível otimizar o tempo utilizado na elaboração e correção de exercícios, assim como identificar de maneira mais certeira as dificuldades de seus alunos, entre muitas outras funcionalidades.

Até mesmo a gigante Google já se atentou para o fato de que os dispositivos móveis podem ser grandes aliados na educação. A empresa tem uma linha de aplicativos exclusivamente desenvolvida para fins educacionais: o Google for Education.

Regulando a prática

Apesar de as mudanças de estratégias educacionais — permitindo o uso do celular em sala de aula com fins de aprendizagem — representarem um grande avanço pedagógico, visto que as estratégias tradicionais de ensino mostram-se a cada dia menos eficazes, é sempre prudente ter um certo cuidado. Há momentos e momentos para utilizar dispositivos móveis durante as aulas. E é importante que os alunos tenham consciência (e respeitem!) essa determinação.

Há momentos e momentos para utilizar dispositivos móveis durante as aulas.
Em certas ocasiões, pode ser difícil para o professor, por exemplo, controlar de perto o que cada aluno está realmente fazendo ao mexer em seu celular: participando da atividade proposta ou simplesmente navegando sem propósito pelas redes sociais. Daí a importância de se estruturar estratégias e propostas que facilitem a vida do educador, utilizando ferramentas certeiras e que engajem verdadeiramente os alunos.

Por isso, é fundamental que os professores, junto da coordenação pedagógica da escola, possam elaborar propostas educacionais bastante claras nesse sentido, e que deem todo o suporte necessário aos profissionais da educação. Assim, os celulares poderão passar de vilões a protagonistas dos processos de aprendizagem e educação.

E você, gostou de aprender sobre o uso do celular em sala de aula? Acha que o artigo foi útil? Então talvez você também se interesse em saber mais sobre o que é Ensino Híbrido e como pode implementá-lo na sua escola. Confira tudo sobre o assunto neste outro texto publicado aqui no blog!

Luísa França.




Texto 05 - Como usar o celular em sala de aula?
                                  (Camila Achutti)

Boas práticas , Dicas , Metodologia e Sala de Aula , Tecnologia e Inovação
Essa é a pergunta que eu mais escuto em termos práticos durante as palestras e andanças por aí. Os questionadores se colocam numa posição confrontadora, como se eu não soubesse o que eles passam em sala de aula se os alunos estiverem com o celular ligado.

Eu sei! Sei como ninguém, pois durante as formações e palestras para eles mesmos eles ficam com o celular na mão, tiram foto, olham o whatsapp, ficam loucos com as notificação. Eles mesmos. Sempre peço um momento estátua para que eles possam refletir sobre seus próprios conceitos.

Os celulares são extensões do próprio corpo para os nativos digitais. E não é a Camila falando, foi o sr. Marc Prensky (aliás leiam o livro dele, intitulado “Nativos Digitais”). Pedir para que eles desliguem essas extensões não é a situação mais confortável para eles, certo?

Então separei algumas dicas para vocês. Mas a essência é: ocupe o celular do jeito que você acredita que será mais proveitoso. E aí vão algumas possibilidades (lembrando que elas são inúmeras e só dependem da sua imaginação):

Busca por informação: essa é a mais simples de todos os usos. Invente a posição do Guardião da Verdade, o Guardião da Curiosidade e faça deles uma espécie de exploradores das informação. Estudantes e professores podem consultar dados específico em segundos.

Para realizar Quizzes e Testes: essa é uma das mais legais. Durante a aula, os alunos podem realizar, confortavelmente a partir do celular, pequenos testes e simulados previamente criados pelo professor. Desta forma, o professor pode obter em tempo real informações sobre o conhecimento de seus alunos e a eficácia da sua explicação. Além de deixar a aula mais leve. Tem um milhão de formas e apps disponíveis.

Repositórios de Sinônimos e Dicionário: dicionários não são a coisa mais prática do mundo, já celulares são incríveis que permitem tirar qualquer dúvida instantaneamente.
Cronômetro: aulas, exercícios, testes e apresentações sempre são mais produtivas se tiverem hora para começar e terminar. Se eles tiverem que deixar o celular no cronômetro, perder tempo no Whatsapp vai ser quase impossível.

Gravador: com o celular podemos gravar explicações do professor em sala para ser consultada posteriormente, ou até fazer trabalhos que envolvam entrevistas e vídeos. Lembrando que sempre devemos pedir permissão para fazer esse tipo de gravação.
Calculadora e Gráficos: alguns aplicativos permitem realizar todas as operações próprias de uma calculadora científica, gerar gráficos e se tornar ótimos aliados no aprendizado de matemática e aquisição de visão espacial.

Controlar o ruído na sala de aula: sabia que seu telefone celular pode dizer quando o nível de ruído ultrapassa os limites estabelecidos. E aí vira uma competição entre eles e podemos até fazer algumas tentativas de deixar eles trabalharem independente monitorando o silêncio.

Entender produtividade: existem apps que medem o tempo dedicado a uma tarefa específica e assim podemos entender e discutir como anda nossa produtividade, o que pode ser útil para professores e alunos.

Agora é hora de testar, errar, testar de novo e ser feliz : )

Camila Achutti