Hora de Estudar

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

ATPC Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo


Em construção (ATPC) de 26 e 27 de setembro.

Caros Professores Aguardem!


Tema Central: Justiça Restaurativa.



Prof. Coordenador Martins Ramos.





Vídeo 1
O QUE É JUSTIÇA RESTAURATIVA | CARLA BOIN

Carla Boin é advogada, mediadora e consultora em gestão de relacionamentos.



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http://www.casadosaber.com.br/



Vídeo 2
Justiça Restaurativa: 10 anos de implementação no Brasil.




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https://www.youtube.com/watch?v=jLMfv2-AEqo&t=32s  acessando em 22/09/2017  - PNUDBrasil


Vídeo 3

Programa Justiça Restaurativa apresenta resultados educativos em uma escola de Pelotas.


https://www.youtube.com/watch?v=s-fIO8ZVct8   acessando em 22/09/2017. Notícias TJRS Justiça Gaúcha.
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https://www.youtube.com/watch?v=s-fIO8ZVct8   acessando em 22/09/2017. Notícias TJRS Justiça Gaúcha.


A abordagem de uma cultura de paz e de introdução dos valores da convivência nas escolas é fundamental para uma formação mais cidadã das nossas crianças e jovens  e é uma necessidade dos tempos atuais. Quando se fala em cultura de paz, fala-se em aprendizagem cooperativa, em educação multicultural, em aprendizagem de valores, em redução de preconceitos e na criação de uma cultura de prevenção de violência.
A escola, em razão da diversidade e da pluralidade, é palco constante de conflitos interpessoais, os quais muitas vezes desencadeiam-se para a violência.
 O fenômeno da violência escolar há muito tem chamado a atenção e é necessária a atuação de todos para o enfrentamento do problema.  (...).  Extraído do manual Prático do CURSO DE INTRODUÇÃO À JUSTIÇA RESTAURATIVA PARA PROFESSORES MEDIADORES ESCOLARES E COMUNITÁRIOS
MANUAL PRÁTICO

Professores, no link abaixo vocês terão acesso ao MANUAL completo.

Boa Leitura!

       Clique Ali >>>>>         Manual Prático Justiça Restaurativa


Professor Martins Ramos.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

ATPC 19 DE SETEMBRO - 2017

                    ATPC- Aula De Trabalho Pedagógico Coletivo

Caros professores, na sequência do estudo e debates sobre a temática: “violência escolar” abordaremos no encontro desta terça-feira, os noticiários recentes sobre agressões sofridas por professores em local de trabalho.
Penso que a boa relação aluno/ professor em nossa escola, nos coloca fora destes noticiários, porém é salutar rever nossas ações e aprofundar nossos conhecimentos sobre: presença pedagógica; empatia e pertencimento. Sendo assim, proponho este debate, para tanto indico algumas leituras quem posto abaixo:   

Bom trabalho!


Professor Coordenador Martins Ramos. 




 A importância da relação Professor x Aluno 


Pensando em educação e principalmente na forma em que aprendemos ou apreendemos algum conteúdo, resolvemos focar nossa discussão nesse mês sobre o relacionamento entre professor e aluno. Essa é uma relação que frequentemente lembramos, seja ela positiva ou não. Nosso foco será como se dá essa interrelação professor-aluno de forma produtiva.

Muitas vezes buscamos nos nossos professores referências de comportamentos, valores e atitudes e quando esse vínculo torna-se positivo, levamos conosco como modelo de conduta. O professor não está apenas em sala de aula, nos ensinando apenas conteúdo escolar, ele nos ensina sobre a vida, como podemos lidar com os relacionamentos, nos ajudando a acreditar que podemos ser cuidados, pois muitas vezes essa relação está permeada pela paciência e benevolência.

Especialmente nos primeiros anos escolares, sabemos o quanto é importante para cada criança perceber, sentir, no olhar do professor que ela é bem-vinda, que aprender é bom. 

J. L. Moreno aborda em sua teoria a importância do ‘campo relaxado’, que nada mais é do que um local aonde podemos nos expor sem medo. Sem receio seremos mais criativos e espontâneos. Se a escola for um campo relaxado, em que o aluno estiver à vontade para se colocar, seja em forma de palavras e/ou comportamentos, o aprendizado poderá ser mais proveitoso.

O professor ajuda a criar esse campo a partir do seu jeito de lidar com os alunos, a forma de cobrar o conteúdo e principalmente como reconhece o desenvolvimento deles, comunicando-os.

Neste sentido, para nós pensar em educação é pensar num processo de aprendizagem que envolve professor-aluno como parceiros de uma caminhada que leva em conta a formação pessoal e profissional.

Nossos agradecimentos aos professores que no dia-a-dia de suas atribuições buscam colaborar com uma educação que de fato seja inclusiva, que respeitam a diversidade de seus alunos e têm como princípio que o acesso a educação  é direito de todos.



                   Professor e Aluno: entenda a importância dessa relação.

Uma relação extremamente importante para qualquer estudante, independentemente de sua idade ou seu grau de formação, é aquela que se estabelece com o educador. Já pensou que, se professores e alunos mantêm um bom relacionamento em sala de aula, o aprendizado se torna mais eficiente e passa a existir um maior engajamento de ambas as partes?

Como é a convivência em sua sala de aula?

Essa é uma pergunta essencial que educadores de todos os níveis de aprendizado devem se fazer. Afinal, ter uma boa convivência com os alunos, em vez de alimentar relações conflituosas e de tensão, é uma ótima forma de garantir um ambiente saudável, muito mais propício ao aprendizado.

Salas de aula com brigas constantes, alunos desafiando a autoridade do professor a todo momento e processos de intimidação definitivamente não favorecem a convivência adequada entre professores e alunos. Mas fato é que, infelizmente, essa tensão pode estar ainda mais presente no ensino de adolescentes da chamada geração Z.

Como estabelecer uma relação de confiança?

Para contornar esses desafios, é preciso estabelecer uma relação de confiança entre alunos e professores, já que, quando existe esse sentimento em sala de aula, os alunos têm mais disposição para aprender e os professores se sentem mais motivados para aprimorarem seu processo didático.

Mas como colocar isso em prática?
Comece pela transparência no estabelecimento de critérios avaliativos. Assim seus alunos saberão exatamente o que esperar em relação às notas, aos esforços de estudo e ao desempenho geral. Além disso, procure criar um ambiente em que seja possível questionar temas e aprender em conjunto, sem repreender perguntas e curiosidades, por mais básicas que sejam. Os alunos devem se sentir confortáveis para expressar suas dúvidas livremente.

E o que fazer com conflitos de personalidade?

Uma sala de aula sempre reúne um conjunto de vários tipos de personalidade, incluindo aí até mesmo a do professor. Alguns são mais tímidos, outros mais extrovertidos. Há aqueles que gostam de demonstrar conhecimento, aqueles que buscam afirmação, bem como aqueles que são extremamente inseguros. Sendo assim, como lidar de forma sustentável com essa diversidade, uma vez que os conflitos são naturais da vivência em sociedade?

Nesse contexto, é importante que o professor aja como um verdadeiro administrador de conflitos, a fim de estabelecer, da melhor forma possível, um equilíbrio entre todas essas personalidades. No caso, repreender atitudes desrespeitosas, garantir voz aos alunos mais tímidos e também estimular o convívio saudável entre eles passam a figurar entre as tarefas do educador.

Pertencimento.

Outra importante função do professor consiste em fomentar, dentro da sala de aula, o espírito de grupo e de pertencimento dos alunos. Esse sentimento deve estar presente para estimular o engajamento dos estudantes nos estudos e também na vida social escolar como um todo. Isso pode ser feito por meio de atividades em grupo, discussões em sala e constante estímulo à cooperação.

Diálogo


Independentemente dos tipos de personalidade dos alunos, é imprescindível que a relação seja permeada de muito diálogo. Assim, cada tarefa deve vir acompanhada de explicações sobre sua importância e respectiva pertinência para os propósitos educacionais do curso, fazendo com que o estudante compreenda ao máximo sua função. Se surgirem desentendimentos, tem-se automaticamente uma brecha para, mais uma vez, esclarecer propósitos e papéis. É preciso ter sempre em mente que o diálogo é a melhor reposta para os problemas em sala!

Fonte: http://appprova.com.br/professor-e-aluno/ acessado em 11/09/2017

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

ATPC 12 De Setembro



Caros professores, no último encontro definimos que o tema central da pauta da ATPC (Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo) seria planejar coletivamente ações e estratégias voltadas aos alunos que apresentaram baixo rendimento. Esta coordenação já fez o levantamento de alunos com médias inferiores ao que desejamos, com base nos dados dos bimestres anteriores (1.º e 2.º).  Sendo assim, vamos nos organizar no sentido de socializar ações exitosas em determinas turmas para elaborarmos ações imediatas para os alunos que apresentam lacunas em determinadas habilidades. 


FORMAÇÃO CONTINUADA



Continuidade.
O tema "Violência no ambiente escolar" iniciado no encontro anterior, também será estudado nesta semana, portanto façam as leituras sugeridas.
(textos e vídeos abaixo)

Bom trabalho a todos!


Professor Coordenador Martins Ramos.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

HTPC de 5 e 6 de Setembro


            HTPC - Aula de Trabalho pedagógico Coletivo

Dia 05/09 Ensino Fundamental   Das 9:50h às 12:20h
Dia 06/09 Ensino Médio               Das 13:00h às 15:30h



Sugestão de Leitura:                                                                                                           
É Possível Superar A Violência na Escola ? - Construindo Caminhos Formação Moral

Tognetta, Luciene Regina Paulino  - EDITORA DO BRASIL

Violência, indisciplina e incivilidade se tornaram parte do cotidiano escolar, levando educadores a dedicarem boa parte do tempo para resolver os problemas de relacionamento interpessoal que acontecem na escola. Tal questão tem gerado desmotivação para o trabalho docente, visto que os problemas presentes nas relações interpessoais contrariam o desejo dos educadores: formar pessoas mais autônomas, responsáveis e respeitosas. Embora tenham esse desejo, muitos educadores não sabem como intervir em situações de conflito. Como reverter esse quadro? Como intervir quando falta o respeito, a solidariedade? Como fazer para que crianças e adolescentes possam se relacionar sem o uso da violência física ou verbal? Essas e muitas perguntas instigam-nos a cada dia buscar por respostas, e nos levam a repensar nossa tarefa de educadores.

Boa Leitura!

Professor Coordenador: Martins Ramos   


                      Debatendo a resolução de conflitos no ambiente escolar.



                         Como combater a indisciplina e as incivilidades? 

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Yves de La Taille e Telma Vinha.


Família, escola e valores morais 

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Quatro dicas essenciais para gerir conflitos em sala de aula
(Gisele Vitório)


Conflitos em sala de aula são cada vez mais comuns e em inúmeras situações as reações são as mais surpreendentes possíveis, pois vão desde o silêncio, passando pelas lágrimas de medo durante os conflitos até a explosão de raiva que parte para a agressão física. Muitos desses conflitos são gerados porque alunos e, muitas vezes, os professores não sabem lidar com as emoções no auge do conflito. Desta forma, o que seria simplesmente resolvido de maneira pacífica passa a ser um entrave na relação aluno professor.

Diante disso, o que pode ser feito? Como ter domínio do que sai do controle?

Alguns caminhos são eficientes para gerir um conflito em sala de aula e a maioria deles começa antes mesmo do conflito. Veja abaixo algumas dicas:


1. Observe: Enquanto educadora, percebo que um conflito não começa quando as emoções negativas se tornam visíveis a todos, portanto, é importante estar atento às anormalidades em sala de aula. Sempre foi possível verificar que os alunos têm um comportamento padrão, portanto, quando algo atípico acontecia na sala, era perceptível. Um aluno que interage bastante, por exemplo, se está quieto é por que tem algo de anormal em seu comportamento comum e por isso precisa ser melhor observado.

2. Desenvolva a empatia: Devemos sempre considerar que o aluno tem problemas, como qualquer outro indivíduo e por isso merece todo o respeito. Entender isso é o começo de uma relação mais eficiente entre as partes. Ter um olhar sobre os problemas e não sobre o aluno como “Aluno-Problema” auxilia no relacionamento entre as partes. Um bom exemplo disso é que se um estudante está tendo dificuldades para dormir em casa devido a problemas familiares, acabará irritado no dia seguinte e poderá ser mais agressivo em sala de aula. O caminho é a comunicação. Um bom professor sempre vai escutar seu aluno, procurando ter empatia pela situação dele.


3. Faça do problema um aprendizado: Um bom caminho é fazer do problema do aluno uma situação contextualizada no aprendizado. Se um professor de Geografia consegue trabalhar os problemas urbanos em sala de aula de maneira a contextualizar a situação do aluno que convive em uma comunidade de difícil acesso ele está mostrando ao estudante que o conhecimento prévio adquirido durante sua vida é importante para a formação escolar. O aluno terá maiores possibilidades de verificar resolução para seu problema, bem como entenderá o respeito que o professor tem por ele.


4. Seja positivo e mantenha a calma: A última dica é sempre manter-se positivo, mesmo nas situações mais críticas. Quase todo professor passa por um desgaste muito grande até porque são muitos os desafios enfrentados diariamente, mas ser positivo e encarar com mais leveza o cotidiano escolar tornam o ambiente mais agradável. O único sorriso que seu aluno tem, muitas vezes é o seu, Professor! Procure sorrir e tenha a certeza de que o retorno do seu sorriso, mesmo se tratando do aluno mais complicado, será sempre um sorriso.


Acessado em 01/09/17 http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=2823




segunda-feira, 28 de agosto de 2017

ATPC 29 e 30 de Agosto


                          Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo



Caros  professores, no encontro desta semana vamos elaborar coletivamente, a pauta da reunião de pais. Relacionar os alunos (ensino fundamental) com rendimentos insatisfatórios para a ação que envolverá escola, alunos e pais. Revisitaremos  o portal FOCO APRENDIZAGEM para verificação do desempenho por turma nas AAP (Avaliação de Aprendizagem em Processo) dos bimestres: 1.º e 2.º. Destacaremos os cursoS de formação em andamento; com inscrições abertas e os previstos. 













Temas/Assuntos:

Reunião de Pais;
Replanejamento segundo semestre;
Cursos de formação continuada.


Professor Coordenado Martins Ramos


                                     REPLANEJAMENTO 2017

                                                   Introdução

No cotidiano escolar, muitas vezes, as urgências acabam sendo priorizadas. Entretanto, a proposta, neste momento dedicado ao replanejamento, é redirecionar o olhar e refletir sobre os aspectos da gestão pedagógica na perspectiva do que é importante e possível executar, no segundo semestre, para alcançar os resultados almejados. Nesse sentido, a equipe escolar precisa organizar os fluxos de trabalho típicos da rotina, mas, sobretudo, analisar os resultados obtidos, tanto nas avaliações internas da escola quanto nas avaliações externas, que se encontram na Plataforma Foco Aprendizagem, para elaborar, executar e monitorar o plano de ação, com vistas às metas estabelecidas para este ano. Nessa perspectiva, a ação de replanejar se constitui em planejar atividades ou projetos para apoiar as aprendizagens, sem perder de vista a continuidade das ações relativas ao desenvolvimento do currículo. É necessário, portanto, que a gestão pedagógica – pautada pelo tempo que resta para o encerramento do ano letivo – se desenvolva com intencionalidade para corrigir rumos e com expectativas de aprendizagem e metas a serem alcançadas, visando modificar situações que precisam ser melhoradas na escola. Em suma, todas as ações, em que se configura o replanejamento, devem estar voltadas para que as aprendizagens dos estudantes aconteçam.




ESCOLA: UM ORGANISMO QUE RESPIRA, PULSA E SE MOVIMENTA




Pessoas que atuam e interagem no espaço denominado escola é que a constituem como um organismo vivo. Como tal, ela assume um outro contorno com a chegada de novos estudantes, novos professores, com mudanças na equipe de gestão ou no quadro de funcionários, manifestando novos desafios. É o que faz dela um organismo que respira, pulsa e se movimenta em cadências diferenciadas a cada etapa do ano letivo. Em função disso, não podemos descuidar do clima escolar, que se faz e refaz no ambiente educativo por meio das relações interpessoais que nele ocorrem. Para promover o convívio e a interação favoráveis, é preciso desenvolver a confiança entre todos, o acolhimento, o respeito e a valorização das diferenças, utilizando o diálogo e a mediação. Nesse contexto, o acolhimento ultrapassa o sentido atribuído às ações de boas-vindas e integração iniciais e se configura, para além delas, na definição de estratégias contínuas de uma educação inclusiva e integral, como:

a) No apoio às aprendizagens – por meio de uma organização diferenciada da sala de aula, pensando nos tempos e espaços adequados para as atividades de reforço e recuperação e também para a continuidade das atividades aos estudantes que precisam ser estimulados por novos desafios, ou seja, estratégias diversificadas para atender aos diferentes grupos de estudantes que estão em fase de aquisição da base alfabética, bem como, aqueles que necessitam de maior atenção para o desenvolvimento da competência leitora e escritora no Ciclo de Alfabetização; o foram identificados, já nas atividades intensivas do início do ano, como um grupo que vem acumulando defasagens em sua trajetória escolar; o acompanham sem dificuldade o desenvolvimento do currículo e, para continuarem avançando, requer novos desafios; o são jovens transferidos do ensino regular e adultos que retornam aos estudos, na modalidade EJA, trazendo consigo expectativas diversas;  necessitam de atendimento especializado para fortalecer suas capacidades e/ou de ação pedagógica para promover sua integração sociocultural: Ø oriundos de população itinerante; Ø atendidos em classes localizadas em assentamentos, na zona rural, nas escolas indígenas, quilombolas, em classes hospitalares, em centros de internação e em unidades prisionais; Ø imigrantes;

b) Na ATPC, como espaço formativo e de estudo, em que aconteça a integração dos docentes, a articulação das áreas de conhecimento e que se proporcione o desenvolvimento de ações coletivas e colaborativas. Esse é um espaço de planejamento, replanejamento, acompanhamento e avaliação de toda ação educativa.

c) No acompanhamento da sala de aula – ação cuja finalidade é observar e identificar os diferentes aspectos da aprendizagem merecedores de atenção. Para tanto, a equipe escolar deve construir um roteiro de observação ou fazer uso de protocolos de acompanhamento disponíveis na plataforma Foco Aprendizagem . O uso de instrumentos de acompanhamento das práticas de sala de aula conduz a análises claras e precisas, que permitem discussões aprofundadas e intervenções adequadas para que a escola alcance os resultados que almeja, ou seja, a aprendizagem dos estudantes.
d) Na avaliação, uma vez que o processo avaliativo acompanha toda a complexidade do trabalho pedagógico e deve partir da premissa de que todos aprendem e de que há diferentes ritmos de aprendizagem.

                                          CORRIGINDO RUMOS




 No momento do replanejamento, propomos que o grupo-escola faça uma reflexão sobre o que foi exitoso e o que precisa ser revisto nas definições que pautaram o plano de ação6 elaborado no início do ano letivo, com a finalidade de corrigir rumos, propondo ações para o 2º semestre.


                        POSSIBILIDADES DO COMO FAZER


Refletir sobre as proposições advindas da equipe escolar, no planejamento, é o ponto de partida para repensar a trajetória que os estudantes percorreram na construção do conhecimento, ao longo do primeiro semestre, e propor novos percursos para a prática pedagógica no 2º semestre. Essas proposições podem não ser as mais inovadoras ou as mais adequadas, mas, certamente, são a melhor opção, porque nascem do “rio que corre pela nossa aldeia”.
Assim, o planejamento representa uma primeira aproximação de estruturas adequadas a uma realidade, tornando-se, através de sucessivos replanejamentos, cada vez mais apropriado para enfrentar a problemática desta realidade. Estas medidas favorecem a passagem gradativa de uma situação existente para uma situação desejada, que se delineia por meio de uma ação docente atenta a sua prática e às aprendizagens dos estudantes, reconhecendo os diferentes itinerários e anseios que trazem consigo, observando aqueles que atingiram o esperado e têm de continuar aprendendo e aqueles que ainda estão em processo, partindo da premissa de que todos podem aprender, sem exceção, e que cada um se desenvolve de um jeito próprio, num ritmo particular




sábado, 19 de agosto de 2017

ATPC de 22 e 23 de Agosto.


Caros professores, o tema central do nosso encontro ATPC (Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo), será "A prática docente em foco III" o curso oferecido Pela Diretoria de Ensino. 
E Como é de conhecimento de todos o terceiro encontro do curso está chegando (25 de setembro). O momento em que  compartilhamos as práticas desenvolvidas pelos professores ao longo do ano. Sendo assim, vamos socializar internamente nossas práticas e vamos democraticamente definir  quais professores de nossa escola apresentarão os trabalho no dia do curso, pois as apresentações são por representatividade escola/período/área, ou seja, 1 (um) professor por escola, no período em que participa do curso (Manhã e Tarde), de cada área (Linguagens/Matemática/Ciências Humanas/Ciências da Natureza) deve apresentar seu trabalho, conforme combinado com os PCNPs para garantirem a certificação de todos os professores de sua escola que cumpriram com os requisitos estabelecidos para certificação (100% de frequência; entrega de atividades nos encontros e apresentação oral por representatividade).

Outros temas/Assuntos:
-A leitura em sala de aula;
-Atender os Pais de um aluno do 9.º ano a pedidos dos professores da turma;
-Cursos oferecidos pela EFAP SEE. (em andamento, previstos e inscrições abertas).
-PNLD 2018 - (Programa nacional do Livro didático. ) ensino Médio; 
Inscrições para o Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas 2018 e Processo Seletivo.

Solicito que façam a leitura da sugestão da semana, pois o texto apresentado será o norte para o tema " A Leitura em sala de aula".


Professor Coordenador Martins Ramos.
                                         
                                        Sugestão de Leitura


Dicionário para crianças
Lya Luft

O menino de sete anos chegou até o pai e pediu um dicionário.
O pai lhe botou na mão um dicionário escolar, bastante simples. A criança olhou, leu, sacudiu a cabeça:
__ Ta difícil, pai, isso aí não interessa. Não tem dicionário pra criança?
Hoje deve ter, mas naquele tempo não tinha. Enquanto os adultos pensavam no que fazer, o menino decidiu:
__ Eu vou escrever um, posso?
Claro que podia. Pegou-se um arquivo, que ainda existe, com folhas amareladas e sua caprichada letra de menino. O alfabeto ele conhecia, escrevia direitinho, e depois de uma semana chuvosa de férias saíram vários verbetes.
Alguns deles aqui vão:

Alface. Alface é uma verdura. A alface é de comer mas eu não como alface. Ela é verde na folha e branca no cabo. Minha mãe diz que salada faz bem pra saúde mas eu não como salada. Azar o meu.

Argola. A argola é um tipo de círculo. Ela é bem redonda. Eu vi na televisão que no circo tem argolas grandes e pequenas. Os homens do circo pegavam as argolas grandes, botavam fogo, e o tigre tinha que pular no meio. Coitado do tigre.

Amigo. Amigo é uma pessoa que gosta da outra. Daí é amigo. Eu sou amigo da minha família e da família da nossa empregada. A gente devia ser amigo de todo mundo. Mas às vezes não dá.

Afogado. Afogado é uma pessoa que se afoga. Na praia eu vi pessoas afogadas e os salva-vidas iam lá e salvavam elas. Os salva-vidas são pessoas que salvam as pessoas. Um homem que se afoga mas fica vivo é porque não tinha se afogado muito. Eu nunca me afoguei.

Bonito. Bonito é uma coisa que se chama de bonito. Por exemplo: uma pessoa que seja o contrário de feia é bonita. Eu, minha mãe, meu pai e meus irmãos somos todos bonitos. Ainda bem. Mas o mundo que Deus fez é o mais bonito de tudo.

Livro. Livro é uma coisa muito boa porque eu gosto de ler. Eu já li um monte de livros mas meu irmão pequeno rasga eles. Tem uns livros que são de histórias e outros que são de estudar. Eles já são feitos para isso. Meu pai escreve livros para estudar. Nós aprendemos lendo e estudando, mas também aprendemos com as professoras ou nem precisava existir professora.

Mala. Mala é uma coisa com tampa, parece uma caixa mas não é de madeira, é de couro. A mala serve para botar a roupa quando a gente vai viajar. Não gosto de olhar uma mala porque me lembro de que às vezes meu pai viaja e quando ele viaja eu tenho saudades dele. Ainda bem que ele sempre volta.

Ninho. Ninho é uma coisa que os passarinhos fazem para morar, para dormir, para botar os ovinhos e para ter os filhotes. Numa árvore da minha casa tem um ninho de passarinho. O ninho é feito de muitas coisas que eles vão juntando por aí, pedaços de pau, pedaços de pano, folhas secas e tudo isso. O ninho do joão-de-barro é bem diferente porque parece uma casa de verdade feita de barro. O ninho do joão-de-barro parece um iglu. O iglu é a casa dos esquimós que moram no gelo. Lá deve ser muito frio.

Seco. Seco é o contrário de molhado. Por exemplo: quando não chove fica tudo seco. Quando o sol fica raiando muitos dias tudo fica seco. Sem sol nada fica seco. Aí a mãe reclama que está tudo úmido. Úmido é um tipo de molhado. Mas o sol não pode raiar o tempo todo. Porque daí todas as plantas se queimam e então também tem que existir a chuva. Que é molhada.(...)

Xixi. Estou botando essa palavra porque só conheço essa com x mas minha mãe disse que podia. O xixi é um líquido que sai da barriga da gente. O xixi é amarelo. O xixi é importante, porque se não onde íamos botar toda a água que a gente toma? Por isso é que todos fazem xixi.

Zebu. Essa também é uma letra que eu conheço poucas palavras. O zebu é um animal. É um tipo de boi. Ele tem uma cabeça, um corpo, quatro pernas, um rabo, dois olhos, uma boca, um nariz, um pé, outro pé. E mais dois pés. O mais importante nele é o coração. Depois uns homens chegam lá e matam ele e tiram a carne dele e comem. Isso eu acho muito esquisito. E meio triste. Mas se não fosse assim como é que a gente ia comer carne.

Zero. Eu lembrei outra palavra com essa letra, o zero. O zero não é uma palavra porque é um número. Mas número a gente também escreve o nome dele. Outro dia minha mãe disse que ela é um zero na cozinha. Eu não entendi direito isso. Nota zero parece que é quando alguém é preguiçoso na escola ou burro. O zero que eu conheço é um número assim meio redondo quase como um ovo. Um cara é um zero à esquerda quando não trabalha direito. Isso aí foi meu pai quem falou.”








Vamos nos informar sobres os Cursos oferecidos pela SEE (Secretaria Estadual de Educação).

Para acessar o portal da EFAP clique no LINK  abaixo:

                                Escola De Formação


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Inscrições Atribuição de Classes e Aulas 2018 e Processo Seletivo


Inscrições para o Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas 2018 e Processo Seletivo

Caros professores, para facilitar suas inscrições postei o link de acesso ao portal net. 


                                       Inscrição 15/08/2017 a 11/09/2017

Docentes Efetivos e Ocupantes de Função-Atividade(categorias “A” “P”, “N” e “F”);

Docentes Categoria “O” com contrato de 2015, 2016 e 2017; 


Docentes que realizaram o pré-cadastro e tiveram as suas inscrições deferidas.




                                 Link de acesso:   Clique AQUI - Inscrição 2018

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

ATPCs de 15 e 16 de agosto.


Caros professores do Ensino Médio,  as ATPCs (Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo) desta semana, terá como coordenador o Professor Martins  Ramos, em virtude da vacância na função de Professor coordenador do ensino médio.  O tema central do encontro será a escolha do livro didático (PNLD 2018). Para tanto, já está disponibilizado neste blog, o link de acessão ao Portal do MEC com informações sobre o PNLD (plano nacional do livro didático). 
Demais Temas/Assuntos para fundamental e médio:
- Aplicação e digitação das (AAPs) Avaliação de Aprendizagem em Processo;
Concurso de Redação da Defensoria Pública da União “Mais Direitos, Menos Grades!”
-Desempenho dos alunos nas atividades da  semana intensiva.




A E.E Prof.ª Maria Ivone Martins Rosa, torna público o Edital para seleção de professor Coordenador. 








EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROFESSOR COORDENADOR PEDAGÓGICO
            O Diretor da E.E. Professora Maria Ivone Martins Rosa, com fundamento na Resolução SE 75 de 30/12/2014, alterada pela Resolução SE 65 de 19/12/2016, torna público o processo para seleção de docente para a função gratificada de Professor Coordenador Pedagógico nesta Unidade Escolar. A gratificação da função foi implementada pela Lei Complementar nº 1.018 de 15/10/2007 e seus valores dispostos pela Lei Complementar nº 1.204 de 01/07/2013. 
 1 – Vagas:
Uma vaga para Professor Coordenador Pedagógico.
2 – Dos requisitos para o exercício da função:
a) ser docente titular de cargo ou ocupante de função-atividade (estável, celetista ou categoria F), podendo se encontrar na condição de adido ou em readaptação, sendo que, no caso de docente readaptado, a designação somente poderá ocorrer após manifestação favorável da Comissão de Assuntos de Assistência à Saúde da Secretaria de Gestão Pública – CAAS.
 b) contar com, no mínimo, 3 (três) anos de experiência no magistério público estadual (1.095 - um mil e noventa e cinco dias de efetivo exercício).
c) ser portador de diploma de licenciatura plena
d) o Professor Coordenador indicado deverá ter, preferencialmente, formação e experiência correspondentes ao segmento de maior número de turmas dos níveis e/ou segmentos de ensino em funcionamento na escola.
e) prioritariamente, ser classificado na unidade escolar ou classificado em unidade escolar desta Diretoria de Ensino e, em caso de indicação de docente classificado em outra U.E e/ou D.E., deverá apresentar anuência expressa de seu superior imediato no momento da apresentação da entrevista individual;

3 – Das atribuições dos professores coordenadores:
 I- atuar como gestor pedagógico, com competência para planejar, acompanhar e avaliar os processos de ensinar e aprender, bem como o desempenho de professores e alunos;
II- orientar o trabalho dos demais docentes, nas reuniões pedagógicas e no horário de trabalho coletivo, de modo a apoiar e subsidiar as atividades em sala de aula, observadas as sequências didáticas de cada ano, curso;
III– ter como prioridade o planejamento, a organização e o desenvolvimento de atividades pedagógicas, utilizando os materiais didáticos, impressos ou em DVD, e os recursos tecnológicos, sobretudo os disponibilizados pela Secretaria da Educação;
IV- coordenar as atividades necessárias à organização, ao planejamento, ao acompanhamento, à avaliação e à análise dos resultados dos estudos de reforço e de recuperação;
V- decidir, juntamente com a equipe gestora e com os docentes das classes e/ou das disciplinas, a conveniência e oportunidade de se promoverem intervenções imediatas na aprendizagem, a fim de sanar as dificuldades dos alunos, mediante a aplicação de mecanismos de apoio escolar, como a inserção de professor auxiliar, em tempo real das respectivas aulas, e a formação de classes de recuperação contínua e/ou intensiva;
 VI- relacionar-se com os demais profissionais da escola de forma cordial, colaborativa e solícita, apresentando dinamismo e espírito de liderança;
VII- trabalhar em equipe como parceiro;
VIII- orientar os professores quanto às concepções que subsidiam práticas de gestão democrática e participativa, bem como as disposições curriculares, pertinentes às áreas e disciplinas que compõem o currículo dos diferentes níveis e modalidades de ensino;
IX- coordenar a elaboração, o desenvolvimento, o acompanhamento e a avaliação da proposta pedagógica, juntamente com os professores e demais gestores da unidade escolar, em consonância com os princípios de uma gestão democrática participativa e das disposições curriculares, bem como dos objetivos e metas a serem atingidos;
X- tornar as ações de coordenação pedagógica um espaço dialógico e colaborativo de práticas gestoras e docentes, que assegurem: a) a participação proativa de todos os professores, nas horas de trabalho pedagógico coletivo, promovendo situações de orientação sobre práticas docentes de acompanhamento e avaliação das propostas de trabalho programadas; b) a vivência de situações de ensino, de aprendizagem e de avaliação ajustadas aos conteúdos e às necessidades, bem como às práticas metodológicas utilizadas pelos professores; c) a efetiva utilização de materiais didáticos e de recursos tecnológicos, previamente selecionados e organizados, com plena adequação às diferentes situações de ensino e de aprendizagem dos alunos e a suas necessidades individuais; d) as abordagens multidisciplinares, por meio de metodologia de projeto e/ou de temáticas transversais significativas para os alunos; e) a divulgação e o intercâmbio de práticas docentes bem sucedidas, em especial as que façam uso de recursos tecnológicos e pedagógicos disponibilizados na escola; f) a análise de índices e indicadores externos de avaliação de sistema e desempenho da escola, para tomada de decisões em relação à proposta pedagógica e a projetos desenvolvidos no âmbito escolar; g) a análise de indicadores internos de frequência e de aprendizagem dos alunos, tanto da avaliação em processo externo, quanto das avaliações realizadas pelos respectivos docentes, de forma a promover ajustes contínuos das ações de apoio necessárias à aprendizagem; h) a obtenção de bons resultados e o progressivo êxito do processo de ensino e aprendizagem na unidade escolar.
4 – Do perfil profissional do candidato:
Espera-se do candidato as seguintes habilidades: a) ser capaz de desenvolver ações de formação continuada de professores e de acompanhamento do processo pedagógico na escola.
b) possuir e ser capaz de desenvolver, cotidianamente, competência relacional e atuar para a consecução dos princípios da gestão democrática.
c) atuar na perspectiva da educação inclusiva e na construção de um espaço coletivo de discussão da função social da escola.
d) possuir habilidade gerencial e técnico-pedagógica e ser capaz de desenvolver ações de implantação e desenvolvimento do Currículo Oficial junto às equipes escolares, especialmente junto aos professores.
e) demonstrar interesse para o aprendizado e o ensino.
f) compreender os processos administrativos e financeiros como meios para a consecução dos objetivos pedagógicos.
g) possuir habilidades inerentes para o bom atendimento ao público escolar, tanto do ponto de vista técnico quanto relacional.
h) possuir disponibilidade para atender a convocação dos órgãos da Pasta, inclusive em municípios diversos da sede de exercício.
 i) possuir habilidade no uso didático-pedagógico das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação.
5 - Da carga horária:
A carga horária para exercício das atribuições do Professor Coordenador Pedagógico será de 40 (quarenta) horas semanais, distribuídas por todos os dias da semana e com horário de atendimento nos períodos da manhã, tarde e/ou noite. O Professor Coordenador, quando atuar no período compreendido entre 19 (dezenove) e 23 (vinte e três) horas, fará jus ao percebimento da Gratificação por Trabalho no Curso Noturno - GTCN, de que tratam os artigos 83 a 88 da Lei Complementar 444/85, correspondente às horas trabalhadas.
6 – Dos documentos necessários:
No ato de inscrição, o candidato deverá apresentar cópias que ficarão retidas, dos seguintes documentos: a) Currículo Acadêmico ou Currículo Lates atualizado.
b) Comprovação de conclusão de cursos promovidos pela SEE/SP, em qualquer de suas instâncias, especialmente aqueles que se referirem diretamente à atuação do professor coordenador.
c) Comprovação de cursos de atualização, especialização ou pós-graduação que considere pertinentes ao exercício da função de professor coordenador, nos termos das atribuições da função e do perfil profissional esperado.
d) Documento oficial com foto (RG civil  e CPF).
e) Documento com contagem de tempo de serviço no magistério público estadual, que comprove 1.095 (um mil e noventa e cinco dias) de efetivo exercício.
f) APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA DE TRABALHO, CONTENDO:  Ações a serem desenvolvidas visando o desenvolvimento e aperfeiçoamento do trabalho pedagógico, fundamentado nos princípios que norteiam a Proposta Curricular do Estado de São Paulo;


7 – Da entrevista:
a) a entrevista será agendada após a entrega dos documentos e versará sobre as competências relacionadas às atribuições da função e sobre o perfil profissional do candidato.
 b) a entrevista será realizada pelo Diretor da Escola e pelo Supervisor de Ensino da Unidade Escolar
d) no momento da entrevista a equipe gestora participará, a critério do diretor, da análise da documentação.
8 – Da análise dos documentos e do perfil profissional:
 a) após realização das entrevistas de todos os inscritos, o Diretor de escola, apoiado pelo Supervisor de Ensino e pela Comissão designada, se houver, indicará o docente que venha a ser selecionado para ocupar o posto de trabalho levando em conta o resultado da entrevista, o perfil profissional e o percurso acadêmico comprovado na entrega de documentos.
9 – Etapas:

a) Inscrição e entrega de documentos conforme item 5: De 14/08/2017 a 18/08/2017, das 15h às 18h, na Secretaria da E.E. Professora Maria Ivone Martins Rosa, Rua Luciano Ramos Ayala,589, Jardim Denadai

 b) A entrevista será no dia 22/08/2017, na Unidade Escolar, porém o candidato será comunicado do horário específico.
c) Análise de documentos, perfil e resultado da entrevista;
d) Indicação e designação do docente. A designação para posto de trabalho de Professor Coordenador, bem como sua cessação, dar-se-á por ato do Dirigente Regional de Ensino, devendo ser publicada em DOE, por Portaria do Dirigente Regional de Ensino. A duração da designação será de, no máximo, 1 (um) ano letivo, podendo, a cada final de ano, ser prorrogada, mediante recondução do docente designado. 

10 – Disposições finais:
 a) as etapas deste processo de seleção não poderão ser feitas por procuração.
b) Situações omissas serão decididas pelo Diretor da Escola ouvido o Supervisor de Ensino da Unidade Escolar à luz da Resolução SE 75/14 e demais diplomas legais aplicáveis.


Sumaré, 11 de Agosto de 2017.



Resolução SE 75, de 30-12-2014
Dispõe sobre a função gratificada de Professor Coordenador

O Secretário da Educação, à vista do que lhe representaram as Coordenadorias de Gestão da Educação Básica - CGEB e de Gestão de Recursos Humanos - CGRH, relativamente às ações do Programa Educação - Compromisso de São Paulo, bem como à atuação dos docentes ocupantes de postos de trabalho de Professor Coordenador, principais gestores de implementação dessa política, no exercício da correspondente função gratificada, e considerando a necessidade de se dispor de um ato normativo abrangente, que discipline esse exercício nos diferentes contextos escolares, em razão da importância do que ele representa:
- no fortalecimento das ações de orientação e aperfeiçoamento do fazer pedagógico em sala de aula, pilar básico da melhoria da qualidade do ensino;  
- na amplitude da gestão pedagógica dos objetivos, metas e diretrizes estabelecidas na proposta pedagógica da unidade escolar, otimizando as práticas docentes, com máxima prioridade ao planejamento e à organização de materiais didáticos e recursos tecnológicos inovadores;
- na condução de alternativas de solução de situações-problema e nas decisões de intervenção imediata na aprendizagem, com atendimento das necessidades dos alunos, orientando e promovendo a aplicação de diferentes mecanismos de apoio escolar, Resolve:
Artigo 1º - O exercício da função gratificada de Professor Coordenador, nas unidades escolares da rede estadual de ensino e nos Núcleos Pedagógicos que integram a estrutura das Diretorias de Ensino, dar-se-á na conformidade do que dispõe a presente resolução.
Artigo 2º - A função gratificada de Professor Coordenador será exercida por docentes que ocuparão postos de trabalho:
I - nas unidades escolares, designados como Professores Coordenadores; e
II - na Diretoria de Ensino, designados como Professores Coordenadores de Núcleo Pedagógico - PCNPs:
a) de disciplinas da Educação Básica dos Ensinos Fundamental e Médio;
b) da Educação Especial;
c) da Área de Tecnologia Educacional; e
d) de Programas e Projetos da Pasta.
Parágrafo único - Os docentes, a que se refere o caput deste artigo, fazem jus ao pagamento da Gratificação de Função, instituída pela Lei Complementar 1.018, de 15-10-2007.
Artigo 3º - O módulo de Professores Coordenadores da unidade escolar fica definido com:
I - 1 (um) Professor Coordenador para o segmento referente aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, desde que apresente o mínimo de 6 (seis) classes em funcionamento;
II - 1 (um) Professor Coordenador para o segmento referente aos Anos Finais do Ensino Fundamental, desde que apresente o mínimo de 8 (oito) classes em funcionamento;
III - 1 (um) Professor Coordenador para o segmento referente ao Ensino Médio, desde que apresente o mínimo de 8 (oito) classes em funcionamento.
§ 1º - No cálculo do módulo, a escola que oferecer os três segmentos de ensino, a que se referem os incisos deste artigo, atendendo aos respectivos mínimos, somente fará jus a 3 (três) Professores Coordenadores se possuir, em sua totalidade, o mínimo de 30 (trinta) classes em funcionamento, caso contrário, o segmento referente aos Anos Finais do Ensino Fundamental e o Ensino Médio farão jus a um único Professor Coordenador.
§ 2º - Em caso de a unidade escolar, independentemente do nível/segmento de ensino oferecido, funcionar com um total de classes inferior a 8 (oito), caberá ao Diretor de Escola, com a participação do Supervisor de Ensino da unidade, garantir o desenvolvimento das ações pedagógicas para melhoria do desempenho escolar.
§ 2º - Para fins de definição do módulo de que trata este artigo, incluem-se as classes da Educação de Jovens e Adultos - EJA, as classes de Recuperação Intensiva e as classes vinculadas, existentes, por extensão, fora do prédio da escola a que se vinculam, administrativa e pedagogicamente, bem como as Salas de Recurso  e as classes Regidas por Professor Especializado (CRPE) da Educação Especial.
Artigo 4º - O Núcleo Pedagógico das Diretorias de Ensino terá seu módulo composto por até 16 (dezesseis) Professores Coordenadores, podendo esse módulo ser ampliado, com base no número de unidades escolares da circunscrição da Diretoria de Ensino, na seguinte conformidade:
I - com 29 escolas: mais 1 (um) PCNP;
II - com 30 a 42 escolas: mais 2 (dois) PCNPs;
III - com 43 a 55 escolas: mais 3 (três) PCNPs;
IV - com 56 a 68 escolas: mais 4 (quatro) PCNPs;
V - com 69 a 81escolas: mais 5 (cinco) PCNPs;
VI - com mais de 81 escolas: mais 6 (seis) PCNPs.
§ 1º - O módulo, a que se refere o caput deste artigo, observada a amplitude máxima em cada Diretoria de Ensino, deverá ser distribuído na seguinte conformidade:
1 - 1 (um) Professor Coordenador para a Educação Especial;
2 - até 2 (dois) Professores Coordenadores para Programas e
Projetos da Pasta;
3 - até 2 (dois) Professores Coordenadores para a Área de Tecnologia Educacional;
4 - de 2 (dois) a 5 (cinco) Professores Coordenadores para o segmento do 1º ao 5º ano do ensino fundamental;
5 - de 11 (onze) a 17 (dezessete) Professores Coordenadores
para as disciplinas do segmento do 6º ao 9º ano do ensino fundamental
e para as disciplinas do ensino médio.
§ 2º - As disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática, no ensino fundamental e no ensino médio, poderão contar com mais de 1 (um) Professor Coordenador, sendo que, no segmento do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, o acréscimo em Língua Portuguesa destina-se à Alfabetização.
Artigo 5º - Constituem-se atribuições do docente designado para o exercício da função gratificada de Professor Coordenador - PC:
I - atuar como gestor pedagógico, com competência para planejar, acompanhar e avaliar os processos de ensinar e aprender, bem como o desempenho de professores e alunos;
II - orientar o trabalho dos demais docentes, nas reuniões pedagógicas e no horário de trabalho coletivo, de modo a apoiar e subsidiar as atividades em sala de aula, observadas as sequências didáticas de cada ano, curso e ciclo;
III - ter como prioridade o planejamento e a organização dos materiais didáticos, impressos ou em DVDs, e dos recursos tecnológicos, disponibilizados na escola;
IV - coordenar as atividades necessárias à organização, ao planejamento, ao acompanhamento, à avaliação e à análise dos resultados dos estudos de reforço e de recuperação;
V - decidir, juntamente com a equipe gestora e com os docentes das classes e/ou das disciplinas, a conveniência e oportunidade de se promoverem intervenções imediatas na aprendizagem, a fim de sanar as dificuldades dos alunos, mediante a aplicação de mecanismos de apoio escolar, como a inserção de professor auxiliar, em tempo real das respectivas aulas, e a formação de classes de recuperação contínua e/ou intensiva;
VI - relacionar-se com os demais profissionais da escola de forma cordial, colaborativa e solícita, apresentando dinamismo e espírito de liderança;
VII - trabalhar em equipe como parceiro;
VIII - orientar os professores quanto às concepções que subsidiam práticas de gestão democrática e participativa, bem como as disposições curriculares, pertinentes às áreas e disciplinas que compõem o currículo dos diferentes níveis e modalidades de ensino;
IX - coordenar a elaboração, o desenvolvimento, o acompanhamento e a avaliação da proposta pedagógica, juntamente com os professores e demais gestores da unidade escolar, em consonância com os princípios de uma gestão democrática participativa e das disposições curriculares, bem como dos objetivos e metas a serem atingidos;
X - tornar as ações de coordenação pedagógica um espaço dialógico e colaborativo de práticas gestoras e docentes, que assegurem:
a) a participação proativa de todos os professores, nas horas de trabalho pedagógico coletivo, promovendo situações de orientação sobre práticas docentes de acompanhamento e avaliação das propostas de trabalho programadas;
b) a vivência de situações de ensino, de aprendizagem e de avaliação ajustadas aos conteúdos e às necessidades, bem como às práticas metodológicas utilizadas pelos professores;
c) a efetiva utilização de materiais didáticos e de recursos tecnológicos, previamente selecionados e organizados, com plena adequação às diferentes situações de ensino e de aprendizagem dos alunos e a suas necessidades individuais;
d) as abordagens multidisciplinares, por  meio de metodologia de projeto e/ou de temáticas transversais significativas para os alunos;
e) a divulgação e o intercâmbio de práticas docentes bem sucedidas, em especial as que façam uso de recursos tecnológicos e pedagógicos disponibilizados na escola;
f) a análise de índices e indicadores externos de avaliação de sistema e desempenho da escola, para tomada de decisões em relação à proposta pedagógica e a projetos desenvolvidos no âmbito escolar;
g) a análise de indicadores internos de frequência e de aprendizagem dos alunos, tanto da avaliação em processo externo, quanto das avaliações realizadas pelos respectivos docentes, de forma a promover ajustes contínuos das ações de apoio necessárias à
aprendizagem;
h) a obtenção de bons resultados e o progressivo êxito do processo de ensino e aprendizagem na unidade escolar.
Artigo 6º - As atribuições dos Professores Coordenadores integrantes dos Núcleos Pedagógicos - PCNPs das Diretorias de Ensino são as estabelecidas no Decreto 57.141, de 18-07-2011, em seu artigo 73, cujo detalhamento, previsto no inciso I do artigo 122 do mesmo decreto, encontra-se nas disposições do artigo 5º desta resolução, genericamente para todo Professor Coordenador, e nas seguintes especificações:
I - do compromisso de:
a) identificar e valorizar os saberes do Professor Coordenador - PC da unidade escolar;
b) fortalecer o papel do PC como formador de professores;
c) oferecer subsídios teóricos e operacionais de sustentação da prática do PC;
d) organizar e promover Orientações Técnicas visando a esclarecer e orientar os PCs quanto à observância:
d.1 - dos princípios que fundamentam o currículo e os conceitos de competências e habilidades;
d.2 - dos procedimentos que otimizam o desenvolvimento das habilidades e competências avaliadas pelo SARESP (observar, realizar e compreender);
d.3 - das concep d.3 - das concepções de avaliação que norteiam o currículo e a aprendizagem no processo - AAP e SARESP, articuladas com as avaliações internas das escolas;
II - das atribuições de:
a) proporcionar aos PCs a reflexão sobre a metodologia da observação de sala e os princípios que a efetivam na prática;
b) promover a construção de instrumentos colaborativos e de indicadores imprescindíveis ao planejamento, à efetivação da observação, ao feedback e à avaliação;
c) acompanhar o processo de ensino e aprendizagem nas unidades escolares, bem como o desempenho de gestores, professores e alunos;
d) verificar os registros de observação realizados pelo PC da unidade escolar sobre a Gestão da Sala de Aula, para análise e monitoramento de ações de formação;
e) realizar ações de formação para os professores visando à implementação do currículo e colaborando na construção e no desenvolvimento de situações de aprendizagem;
f) analisar as metas definidas na proposta pedagógica das escolas e os resultados educacionais atingidos, a fim de indicar estratégias que visem à superação das fragilidades detectadas na verificação:
f.1 - dos resultados atingidos, identificando quais as habilidades a serem priorizadas;
f.2 - dos Planos de Ensino/Aula dos professores, identificando a relação existente entre as habilidades/competências pretendidas e os conteúdos relacionados nos Planos de Ensino/Aula;
g) promover orientações técnicas com a finalidade precípua de divulgar e orientar o planejamento, a organização e a correta utilização de materiais didáticos, impressos ou em DVDs, e recursos tecnológicos disponibilizados nas escolas;
h) acompanhar os processos formativos desenvolvidos pelo PC da unidade escolar, a fim de: 
h.1 - verificar o Plano de Formação Continuada do PC, bem como os registros das reuniões nos horários de trabalho pedagógico coletivo, para identificação das formas de implementação do currículo;
h.2 - verificar o cumprimento das ações de formação contempladas no Plano de Formação Continuada do PC, em sua participação nas reuniões nos horários de trabalho pedagógico coletivo;
h.3 - realizar intervenções pedagógicas, oferecendo contribuições teóricas e/ou metodológicas que visem à construção do espaço dialógico de formação;
h.4 - analisar os materiais didáticos e paradidáticos, identificando sua relação e pertinência com o currículo e seu efetivo uso;
III - de sua atuação, a fim de atender com eficiência e eficácia às demandas peculiares à área/disciplina pela qual é responsável, dentre as seguintes áreas/disciplinas do Núcleo Pedagógico:
a) Linguagens, abrangente às disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Arte e Educação Física;
b) Matemática;
c) Ciências da Natureza, abrangente às disciplinas de Ciências Físicas e Biológicas, Física, Química e Biologia;
d) Ciências Humanas, abrangente às disciplinas de História, Geografia, Filosofia e Sociologia;
e) Educação Especial;
f) Tecnologia Educacional, observadas as demais atribuições, definidas por detalhamento na Resolução SE 59, de 2 de junho de 2012; e
g) Programas e Projetos da Pasta.
Artigo 7º - Constituem-se requisitos para o exercício da função de Professor Coordenador nas unidades escolares e nos Núcleos Pedagógicos das Diretorias de Ensino:
I - ser docente titular de cargo ou ocupante de função- atividade, podendo se encontrar na condição de adido ou em readaptação, sendo que, no caso de docente readaptado, a designação somente poderá ocorrer após manifestação favorável da Comissão de Assuntos de Assistência à Saúde da Secretaria de Gestão Pública - CAAS;
II - contar com, no mínimo, 3 (três) anos de experiência no magistério público estadual;
III - ser portador de diploma de licenciatura plena.
§ 1º - O docente, classificado na unidade escolar ou classificado
em unidade escolar da circunscrição da Diretoria de Ensino, terá prioridade na indicação para designação, respectivamente, no posto de trabalho de Professor Coordenador da unidade escolar - PC ou do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino - PCNP.
§ 2º - Em caso de indicação de docente não classificado na forma estabelecida para as designações, a que se refere o parágrafo
1º deste artigo, deverá ser exigida a apresentação de anuência expressa do superior imediato do docente na unidade escolar de origem, previamente ao ato de designação.
§ 3º - A designação para atuar como Professor Coordenador - PC ou como PCNP somente poderá ser concretizada quando houver substituto para assumir as aulas da carga horária do docente a ser designado.
Artigo 8º - A indicação para o posto de trabalho de Professor Coordenador dar-se-á, na unidade escolar, por iniciativa do Diretor da Escola e, no Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino, pelo Dirigente Regional, devendo, em ambos os casos, a designação, assim como sua cessação, ser devidamente publicadas no Diário Oficial do Estado, por portaria do Dirigente Regional de Ensino.
Artigo 9º - Nas designações de Professor Coordenador, em nível de unidade escolar ou no Núcleo Pedagógico, serão observados critérios estabelecidos, conjuntamente, em cada Diretoria de Ensino, pelo Dirigente Regional, pelos Supervisores de Ensino, pelo Diretor do Núcleo Pedagógico e pelos Diretores de Escola das unidades escolares da respectiva circunscrição.
Parágrafo único - Na elaboração dos critérios, a que se refere o caput deste artigo, e de outros que poderão ser acrescidos pelos gestores envolvidos, observar-se-ão:
1 - a análise do currículo acadêmico e da experiência profissional do candidato, em especial com vistas à atuação do Professor Coordenador nos anos iniciais do ensino fundamental, devendo, neste caso, ser priorizada a experiência em alfabetização;
2 - a compatibilização do perfil e da qualificação profissional do candidato com a natureza das atribuições relativas ao posto de trabalho a ser ocupado;
3 - o cumprimento o do papel do Professor Coordenador na perspectiva da educação inclusiva e na construção de um espaço coletivo de discussão da função social da escola;
4 - a valorização dos certificados de participação em cursos promovidos por esta Secretaria da Educação, em especial aqueles que se referem diretamente à área de atuação do Professor Coordenador;
5 - a disponibilidade de tempo do candidato para cumprir o horário da coordenação e também para investir em sua qualificação profissional e atender às atividades de formação continuada propostas pela Diretoria de Ensino e pelos órgãos centrais da Pasta.
Artigo 10 - A carga horária a ser cumprida pelo docente para o exercício da função gratificada de PC e de PCNP será de 40(quarenta) horas semanais, distribuídas por todos os dias da semana, sendo que a carga horária do PC deverá ser distribuída por todos os turnos de funcionamento da escola.
Artigo 11 - Compete ao Dirigente Regional de Ensino, com relação ao cumprimento da carga horária do PCNP, observar que:
I - o PCNP poderá atuar no período noturno, na seguinte conformidade:
a) em unidade escolar, exclusivamente para apoio pedagógico às atividades docentes nesse turno de funcionamento;
b) na sede da Diretoria de Ensino, esporádica e excepcionalmente, em atividade que não possa ser realizada no período diurno;
II - a carga horária do PCNP, quando cumprida no período noturno, não poderá exceder a 8 (oito) horas semanais e, independentemente do local de seu cumprimento, as atividades realizadas deverão ser registradas em livro próprio, com indicação dos objetivos e/ou finalidades e com registro do horário de realização.
Parágrafo único - O Professor Coordenador, quando atuar no período compreendido entre 19(dezenove) e 23(vinte e três) horas, fará jus ao percebimento da Gratificação por Trabalho no Curso Noturno - GTCN, de que tratam os artigos 83 a 88 da Lei Complementar 444/85, correspondente às horas trabalhadas.
Artigo 12 - O docente designado nos termos desta resolução não poderá ser substituído e terá cessada sua designação, em qualquer uma das seguintes situações:
I - a seu pedido, mediante solicitação por escrito;
II - a critério da administração, em decorrência de:
a) não corresponder às atribuições do posto de trabalho;
b) entrar em afastamento, a qualquer título, por período superior a 45 (quarenta e cinco) dias;
c) a unidade escolar deixar de comportar o posto de trabalho.
§ 1º - Na hipótese de o Professor Coordenador não corresponder às atribuições relativas ao posto de trabalho, a cessação da designação dar-se-á, no caso de unidade escolar, por decisão conjunta da equipe gestora e do Supervisor de Ensino da unidade, e no caso do Núcleo Pedagógico, pelo Dirigente Regional de Ensino, devendo, em ambos os casos, a cessação ser justificada e registrada em ata, sendo previamente assegurada ao docente a oportunidade de ampla defesa.
§ 2º - O docente que tiver sua designação cessada, em qualquer uma das situações previstas no inciso I e nas alíneas “a” e “b” do inciso II deste artigo, somente poderá ser novamente designado no ano subsequente ao da cessação.
§ 3º - Exclui-se da restrição a que se refere o parágrafo anterior, o docente cuja designação tenha sido cessada em decorrência de uma das seguintes situações:
1 - de concessão de licença à gestante ou de licença-adoção;
2 - de provimento de cargo docente na rede estadual de ensino.
§ 4º - Em caráter excepcional, exclusivamente para o PCNP e a critério do Dirigente Regional de Ensino, poderá ser mantida a designação em casos de afastamento por período superior a 45(quarenta e cinco) dias.
§ 5º - Exclusivamente para o PCNP, poderá haver substituição, mediante designação de outro docente, apenas nos casos de impedimento do PCNP em virtude de licença à gestante ou de licença-adoção, sendo que a designação em substituição será restrita ao período em que perdurar a licença, não lhe cabendo prorrogação.
§ 6º - Nos casos de que trata o parágrafo 5º deste artigo, os docentes designados PCNPs não perderão o direito ao pagamento da Gratificação de Função, conforme estabelece o disposto no parágrafo único do artigo 2º da Lei Complementar 1.018, de 15-10-2007.
Artigo 13 - Poderá haver recondução do Professor Coordenador, para o ano letivo subsequente, sempre que sua atuação obtiver aprovação, na avaliação de desempenho a ser realizada no mês de dezembro de cada ano, sendo que, na unidade escolar, a decisão da avaliação será conjunta, pela equipe gestora e pelo Supervisor de Ensino da unidade, e, no caso do Núcleo Pedagógico, a decisão será do Dirigente Regional de Ensino.
§ 1º - A decisão pela recondução, de que trata o caput deste artigo, será registrada em ata e justificada pela comprovação do pleno cumprimento das atribuições de Professor Coordenador.
§ 2º - A cessação da designação do docente, em decorrência da decisão por sua não recondução, deverá ocorrer na data de 31 de dezembro do ano que estiver em curso.
Artigo 14 - Os Professores Coordenadores, designados nos termos do artigo 64, inciso II, da Lei Complementar 444/85, para o exercício da coordenação pedagógica nos Centros de Estudos de Línguas - CELs e nos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos - CEEJAs, também farão jus ao pagamento da Gratificação de Função, instituída pela Lei Complementar 1.018, de 15-10-2007.
Artigo 15 - Os atuais Professores Coordenadores das unidades escolares e dos Núcleos Pedagógicos, designados nos termos de legislação anterior, poderão permanecer no exercício das respectivas designações, desde que respeitados os módulos correspondentes, estabelecidos nesta resolução.
Artigo 16 - As Coordenadorias de Gestão da Educação Básica e de Gestão de Recursos Humanos poderão baixar instruções complementares que se façam necessárias ao cumprimento da presente resolução.
Artigo 17 - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário e, em especial, a Resolução SE 88, de 19-12-2007, e alterações, as Resoluções SE 89, SE 90 e SE 91, de 19-12-2007, bem como as Resoluções SE 3, de 18.1.2013, SE 13, de 1º.3.2013, e SE 18, de 4.4.2013.


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Concurso de Redação da Defensoria Pública da União “Mais Direitos, Menos Grades!”


Divulgação e Orientações sobre o Concurso de Redação da Defensoria Pública da União “Mais Direitos, Menos Grades!”: Para Alunos Matriculados na Rede Estadual de Ensino – Incluindose EJA no Sistema Prisional e Educação Básica no Sistema Socioeducativo O Núcleo de Inclusão Educacional (NINC) do Centro de Atendimento Especializado (CAESP), da Secretaria de Educação do Estado, em articulação com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) e FUNAP, bem como Fundação CASA, encaminha a presente informação para divulgar a todas as Diretorias de Ensino e Unidades Escolares da rede estadual, o lançamento do 3º Concurso de redação realizado pela Defensoria Pública da União (DPU), que tem como tema “Mais Direitos, Menos Grades!” e como principal estratégia a inclusão da educação em direitos e cidadania nas escolas públicas do país, por meio do incentivo à reflexão e ao debate desse tema, bem como nas unidades prisionais e sistema socioeducativo. ORIENTAÇÕES GERAIS SOBRE O CONCURSO O concurso é destinado a todos os alunos matriculados no ensino fundamental, ensino médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA), incluindo-se adolescentes que estão cumprindo medidas socioeducativas e adultos em situação de privação de liberdade, no sistema prisional, matriculados em classes da educação básica ofertada pela rede pública. ✓ As informações completas sobre as inscrições e o edital que regulamenta o concurso estão disponíveis no site: http://www.dpu.def.br/concursoderedacao. ✓ Há, ainda, uma cartilha com informações para os professores: http://www.dpu.def.br/images/concursoderedacao/Cartilha_-_Guia_do_Professor_- _Concurso_de_Redacao_2017.pdf São pré-requisitos do trabalho/redação concorrente: a) ser realizado no ambiente de sala de aula ou ambiente reservado ao desenvolvimento de atividades educacionais da unidade prisional ou do socioeducativo; b) ser confeccionado no Formulário de Redação, disponibilizado no endereço eletrônico do 3º Concurso da DPU (http://www.dpu.def.br/concursoderedacao/regulamento-e-materiais); c) ser devidamente identificado; d) tratar do tema proposto, qual seja “Mais direitos, Menos Grades!”; e) ser realizado individualmente; f) ser inédito e original; g) a redação deverá ter no mínimo 20 e no máximo 30 linhas. As redações, que serão submetidas ao Concurso, estão divididas em seis categorias de inscrição, quais sejam: • Categoria Redação I: alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e alunos da modalidade Jovens e Adultos do 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental; • Categoria Redação II: alunos do 1º ao 3º ano do Ensino Médio, na modalidade Regular e Ensino Técnico e alunos da modalidade Jovens e Adultos - EJA seriado - do 1º ao 3º ano do Ensino Médio; • Categoria Redação III: alunos do 1° ao 9° ano do Ensino Fundamental e alunos do 1° ao 3° ano do Ensino Médio, em cumprimento de medida socioeducativa; • Categoria Redação IV: alunos do 6° ao 9° ano do Ensino Fundamental e do 1° ao 3° ano da Educação de Jovens e Adultos, em situação de privação de liberdade no Sistema Prisional brasileiro; • Categoria Redação V: pessoas em situação de privação de liberdade em cumprimento de pena junto ao Sistema Penitenciário Federal (SPF); • Categoria-Escola: os estabelecimentos de ensino da rede pública que desenvolverem atividades de sensibilização e mobilização escolar juntamente com a comunidade escolar local, em torno do tema do Concurso. Segundo o edital, cabe aos professores trabalhar o tema e incentivar seu debate com os alunos, orientando a elaboração das redações em sala de aula. Os gestores das unidades escolares serão responsáveis pela inscrição dos alunos e envio da redação (digitalizada) no site www.dpu.gov.br/concursoderedacao (item: inscrição e área da escola). As redações poderão ser enviadas ao site da DPU até o dia 5 de setembro de 2017. Os resultados serão divulgados até o dia 17 de novembro de 2017 e haverá uma cerimônia de encerramento do Concurso no dia 15 de dezembro de 2017, na sede da DPU, em Brasília/DF. Todas as categorias serão premiadas pela DPU, sendo que os alunos vencedores, em primeiro lugar, receberão um tablet. Os autores das redações classificadas em segundo e terceiro lugares receberão um Certificado de reconhecimento do mérito e uma medalha de honra. Os professores e os gestores de educação, que auxiliarem os alunos durante a realização do concurso, receberão da DPU um certificado de honra ao mérito. Na Categoria-Escola, serão premiados os três estabelecimentos de ensino que melhor realizarem o Plano de Mobilização Escolar, previsto no edital, e que estiverem com a devida participação da comunidade escolar local na discussão do tema proposto no concurso. Cada uma das três escolas vencedoras da Categoria-Escola receberá o Certificado de premiação e reconhecimento emitido pela DPU e o valor-prêmio de R$ 10.000,00 (dez mil reais), a ser aplicado em equipamentos em proveito dos alunos. ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS PARA INSCRIÇÃO DE REDAÇÕES DE ALUNOS EM SITUAÇÃO PRIVAÇÃO DE LIBERDADE No caso da inscrição de redações dos alunos em situação de privação de liberdade, matriculados em classes vinculadas a escolas estaduais, além das orientações gerais do edital, é preciso observar o seguinte cronograma: Etapas 1º) Divulgação do concurso: Responsável: Todos os órgãos envolvidos com o público-alvo de alunos (por meio do portal, intranet, e-mail, cartazes, nas unidades pelos gestores locais). Período: Julho e agosto/2017. 2º) Mobilização do tema, pelo professor, orientação e apoio aos alunos para elaboração da redação em sala de aula. Responsável: Mobilização do tema por parte de todos os professores das classes vinculadas. Quanto à orientação para a redação, preferencialmente o professor de língua portuguesa. Período: 31/7 a 10/8 3º) Análise pela unidade prisional, observando o artigo 14, § 2º do edital, e encaminhamento ao diretor da escola vinculadora por meio de 1 envelope lacrado com todas as redações. Responsável: Diretor da unidade prisional e Diretor do Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente, conforme o caso. Período: 11/8 a 20/8 4º) Realização da inscrição no site do concurso (inserção de dados e redação digitalizada) pelo gestor da escola vinculadora. Responsável: Diretor da escola vinculadora, ou a quem delegar. Período: 21/8 a 5/9 Aos gestores das escolas vinculadoras, das unidades prisionais e dos centros de atendimento socioeducativo ao adolescente recomenda-se que, no primeiro dia de aula do segundo semestre de 2017, reforcem estas orientações específicas com os professores que lecionam nas classes vinculadas, e demais profissionais envolvidos, a fim de fomentar a participação do maior número de alunos. Os formulários de redação, para realização em sala de aula, serão disponibilizados impressos pelos gestores das unidades prisionais e centros de atendimento socioeducativo ao adolescente. É importante ressaltar que, conforme o edital do concurso, aos alunos que tiverem suas redações submetidas, à banca examinadora do Concurso, será encaminhado certificado de participação no 3º Concurso de Redação assinado pela Defensoria Pública da União e pelo Departamento Penitenciário Nacional, atestando 12h (doze horas) de atividades para fins de remição da pena.