Hora de Estudar

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018







        Colegas professores, a partir desta data, este blog passa ter um novo formato de conteúdos. As postagens até janeiro de 2.018 eram voltadas aos professores da Escola Estadual Maria Ivone Martins Rosa, escola em que eu atuava como professor  coordenador. Porém, a partir de fevereiro fui designado PCNP (professor coordenador do núcleo pedagógico) na diretoria de Ensino de Sumaré. Com a nova função: Coordenador de tecnologia educacional passo a disponibilizar textos, vídeos, informações de cursos, socialização de boas práticas a todas as escolas da Diretoria de ensino de Sumaré, sobre tudo aos professores coordenadores das unidades escolares.
      O propósito é o mesmo: favorecer a formação continuada dos professores. Sugerir e apoiar ações pedagógicas inovadoras, em benefício da aprendizagem dos alunos.  
    Este espaço está aberto aos coordenadores das escolas que poderão sugerir postagens de textos informativos, formativos, boas práticas de suas escolas e sugestões de temas voltados a gestão de sala de aula.   Portanto, não se trata de um blog exclusivo de Tecnologia educacional.

Bom trabalho a todos!


PCNP de tecnologia Educacional: Prof. Martins Ramos. 




















  Tecnologia Educacional: uma ferramenta a favor do ensino.



O termo tecnologia educacional remete ao emprego de recursos tecnológicos como ferramenta para aprimorar o ensino. É usar a tecnologia a favor da educação, promovendo mais desenvolvimento sócio-educativo e melhor acesso à informação.


Informática educacional

O grande aparato que traz inúmeros benefícios sociais e educacionais é o computador. Incorporá-lo aos processos pedagógicos é o que podemos chamar de informática educacional. Com o computador, vem o mundo cheio de possibilidades da internet que, bem utilizada, pode facilitar demais o aprendizado de qualquer conteúdo ou matéria escolar. A internet pode levar o aluno a lugares onde, talvez, ele jamais chegaria, ou não tão rapidamente; propicia o acesso a bibliotecas internacionais, pessoas de outras culturas, outras línguas, ilustrações de mapas, países, vídeos sobre o passado e até sobre o futuro.

Essa dinâmica provoca e estimula o aluno a querer mais. O começo é de emails, chats, pesquisas básicas. Depois, com a ajuda fundamental dos professores, eles podem avançar para jogos educativos, uso de softwares educacionais, redes sociais específicas, salas de aula virtuais. Em escalas superiores, é possível falar em cursos à distância. Não falta opção quando falamos em tecnologias educacionais. Com elas, a curiosidade é aguçada e os caminhos ficam bem mais acessíveis.


Tecnologia educacional no Brasil

Muitas cidades brasileiras, principalmente as grandes capitais, já desfrutam da Tecnologia Educacional para o Ensino Público. Porém, o avanço da tecnologia educacional no Brasil encontra ainda alguns obstáculos como falta de estrutura das escolas, dificuldade no acesso a essas novas tecnologias, e até a falta de preparo de gestores e dos próprios professores.


Programas educativos

Para impulsionar o sistema público de ensino na busca por mais tecnologias educacionais e programas educativos de qualidade, o Ministério da Educação lançou, em 2009, um Guia de Tecnologias Educacionais, composto por informações que auxiliam na gestão educacional como um todo. A ideia é que gestores e diretores de escolas identifiquem aquelas tecnologias que possam contribuir para a melhoria da educação em suas redes de ensino.


Tecnologias educacionais

A Associação Brasileira de Tecnologia Educacional (ABT) também atua nesta frente e tem como objetivo principal a ampliação do uso das tecnologias educacionais nos processos de ensino-aprendizagem de todo o país. Segundo a ABT, ainda há resistência por parte de alguns profissionais da educação, que temem ser substituídos pela tecnologia. Mas é preciso saber que "tecnologia é apoio e não substituta da ação". Aliar tecnologia educacional a bons professores é a solução para o ensino, tanto da rede pública, quanto da rede particular.







domingo, 4 de fevereiro de 2018

Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo



Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo
ATPC dias 6 e 7 de fevereiro, 2018
Terça-feira: 9:50h às 12:30h – Quarta-feira: 13:00h às 15:30h

Temas/Assuntos:
- Atividades diagnósticas previstas para o período 5 a 9 de fevereiro,
- Comunicação: Tirar dúvidas referente ao e-mail funcional  @professor.educacao.sp.gov.br ;
- Criação dos Grupos pedagógicos de E-mail e WhatsApp;
Formação: A Importância do diagnóstico na aprendizagem.

                     Sugestão de Leituras: 

                                 Texto 1:
 “A importância da avaliação diagnóstica inicial”.

                               Texto 2: 
Por que sua escola precisa de diagnósticos de aprendizagem”
                        



 Bom trabalho a todos,

Professor Coordenador Martins Ramos


Texto 01:   A importância da avaliação diagnóstica inicial

Por: Muriele Massucato, Eduarda Diniz Mayrink.

A avaliação diagnóstica ajuda a identificar as causas de dificuldades específicas dos estudantes na assimilação do conteúdo. (Foto: Manuela Novais)
A avaliação diagnóstica ajuda a identificar as causas de dificuldades específicas dos estudantes na assimilação do conteúdo. (Foto: Manuela Novais)

Identificar o que os alunos já sabem antes de começar o trabalho de mais um ano letivo é essencial para iniciar o planejamento docente. Para garantir que nada seja deixado de lado, organizo um cronograma de ações pedagógicas e elaboro um plano semestral com os professores, em que analisamos os dados de cada turma e elaboramos as avaliações diagnósticas.

A avaliação diagnóstica ajuda a identificar as causas de dificuldades específicas dos estudantes na assimilação do conhecimento, tanto relacionadas ao desenvolvimento pessoal deles quanto à identificação de quais conteúdos do currículo apresentam necessidades de aprendizagem. Costumo dizer que ela possui três objetivos principais: identificar a realidade de cada turma; observar se as crianças apresentam ou não habilidades e pré-requisitos para os processos de ensino e aprendizagem; e refletir sobre as causas das dificuldades recorrentes, definindo assim as ações para sanar os problemas.

Ela pode ser feita em qualquer momento, mas no início do ano letivo permite conhecer melhor a realidade do aluno. O professor tem o dever de verificar o conhecimento prévio de cada um, constatando as condições necessárias para garantir a aprendizagem. Além disso, ela também funciona como uma análise do ensino na escola, já que os resultados das salas de aula de uma mesma série podem promover reflexões importantes para o replanejamento das propostas e atividades que devem ser oferecidas a todos.

Dentre os instrumentos que utilizo para verificar a aprendizagem das crianças, destaco:

- Produção de texto: retomo os gêneros trabalhados em cada série nas diferentes modalidades organizativas. Assim, planejo uma situação em que os alunos produzirão um texto de determinado gênero e analiso os aspectos linguísticos e discursivos de cada um.

- Leitura e interpretação de textos: organizo práticas de leitura para identificar quais habilidades os alunos dominam e quais ainda precisam desenvolver.

- Resolução de problemas envolvendo as operações: considero neste caso os diferentes tipos de problemas que envolvem as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.

- Cálculos diversos.

- Análise de dados das turmas: índice de alfabetização e resultado de avaliações anteriores.

A tabulação dos dados obtidos oferece um mapa da turma e permite identificar quais são os alunos que precisam de uma orientação maior. O plano de trabalho precisa ser definido para atender às necessidades desses estudantes, e muitas vezes torna-se necessário fazer uma intervenção pedagógica. O docente também não pode deixar de lado aqueles que têm mais facilidade, contemplando a todos em seu planejamento.



                                              Texto 2: 
Por que sua escola precisa de diagnósticos de aprendizagem.

Cada aluno tem uma velocidade e um formato de aprendizagem, por isso as turmas evoluem e respondem de maneira diferente aos estímulos pedagógicos.
Sabemos que existe uma grande variedade de fatores que interferem no processo de aprendizagem de uma turma, tais como: o histórico do aluno, o apoio familiar, as características psicossociais e cognitivas, as características do ambiente escolar, entre outros tantos.
Diante deste cenário, como entender as dificuldades, necessidades e prioridades pedagógicas de cada turma?
Claudio Franco, Diretor de Inovações da Mind Lab e idealizador do MISSU, destaca:
“A melhor forma de acompanhar e aprimorar progresso e o aprendizado dos alunos durante o ano é elaborar frequentes diagnósticos de aprendizagem das turmas. Os dados estatísticos encontrados devem ser utilizados na revisão do Plano Pedagógico da escola, na priorização dos conteúdos e no planejamento das intervenções no processo de ensino-aprendizagem.”
A palavra “diagnóstico” provém da medicina e significa a localização dos sintomas e causas – físicas ou mentais – de uma determinada doença ou distúrbio. Na educação, o termo é utilizado pelos “médicos da aprendizagem” e visa o acompanhamento e a avaliação diagnóstica da  aprendizagem de estudantes e turmas.
Mas, afinal, qual é a importância deste tipo de diagnóstico?
Como ele pode auxiliar gestores, coordenadores e educadores de escolas?
É comum escutarmos que uma turma que possui alunos com boas notas no boletim não enfrenta grandes dificuldades de aprendizagem. Apesar do bom rendimento nas notas bimestrais ou semestrais, os alunos podem ter dificuldades de aprendizagem que não são refletidas nas notas. Por vezes, a nota do aluno reflete um conhecimento momentâneo não fixado por decorar o assunto, por exemplo. Por isso é preciso criar um modelo de avaliação que vai além das provas.
Sabemos que nem sempre é possível alterar o planejamento das aulas de acordo com o relatório individual de cada aluno, mas os Coordenadores Pedagógicos e o Corpo Docente devem entender a necessidade de adaptar a escola às turmas e não o contrário. Para identificar essas necessidades, dificuldades e evoluções, a escola deve fazer a avaliação e o diagnóstico da aprendizagem escolar.
Esse diagnóstico tem o objetivo de:
Identificar habilidades críticas e definir habilidades prioritárias para cada ano, semestre ou bimestre letivo.
Sinalizar a necessidade de aulas de reforço segmentadas por áreas com base nas particularidades das turmas
Avaliar o progresso na proficiência dos alunos ao longo do Ensino Médio ou Ensino Fundamental
Permitir a revisão do Plano Pedagógico com base em evidências
No Ensino Médio – período dos vestibulares, do ENEM e de grande desafios para os alunos – é ainda mais necessário entender esse diagnósticos dos alunos e propor ações rápidas para vencer as lacunas no aprendizado.
As avaliações escolares e simulados calibrados pela TRI (metodologia utilizada no ENEM), que consideram o nível de proficiência do aluno nas habilidades, por exemplo, são uma boa alternativa para analisar os níveis de aprendizado das turmas do Ensino Médio.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Oferta de Curso


  Caros professores,   A Efap - Escola de Formação e Aperfeiçoamento  de Professores oferece curso com vagas limitadas. Leiam a apresentação do curso  e acessem o site para inscrição. 



Formar educadores que saibam lidar com a diversidade no ambiente escolar e com a complexidade que envolve temas relacionados à sexualidade é um dos propósitos do curso Gênero, sexualidade e diversidade sexual: desafios para a escola contemporânea.
Para Thiago Sabatine, organizador de conteúdo, “o curso vem atender a uma demanda histórica dos profissionais da educação, que requer subsídios para que aprimorem a atuação profissional e promovam uma educação de qualidade e a preparação dos estudantes para a cidadania e o respeito às diferenças e aos Direitos Humanos”.
Em sua primeira edição, a formação será destinada a todos os servidores da SEE-SP que queiram ampliar a visão sobre o tema e fortalecer as práticas pedagógicas, como afirma a gestora da ação, Marina Matera Sanches: “O profissional que realizar esse curso poderá entender melhor as questões relacionadas aos conceitos de diversidade, gênero, sexualidade e relações étnico-raciais. A compreensão desses conceitos favorecerá mudanças nas relações dentro da escola e na prática dos professores”.
O curso será a distância, por meio do AVA-EFAP, com carga horária total de 90 horas, dividido em três módulos, que apresentarão conteúdos como: Gênero e educação; Sexualidade, diversidade sexual e educação; e Diversidades, diferenças e desigualdades.
Ao todo, serão oferecidas 6 mil vagas, a serem preenchidas por adesão e ordem de inscrição.

Mais informações, acesse o site:  Clique AQUI  


Professor Coordenador Martins Ramos. 

sábado, 27 de janeiro de 2018

Ano letivo 2018



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Caros professores, sejam bem-vindos! 
A Escola Estadual Maria Ivone Martins Rosa é toda sua.  

A casa é sua! 

             Acessado em <https://www.youtube.com/watch?v=82aj1Bg8FpA> 27/01/18.



 Em dezembro de 2017, fizemos o levantamento das habilidades não contempladas por série. Em seguida elaboramos os planos de ações por área de conhecimento.

Agora chegou o momento de colocar em prática. Os dia 1 e 2 de fevereiro serão de acolhimento (atividades preestabelecidas); no período de 5 a 9 de fevereiro  semana de diagnóstico, momento para relacionar os planos produzidos em dezembro de 2.017 com a realidade dos alunos, quanto as habilidades (fragilidades e potencialidades). De 14 a 16 de fevereiro teremos o planejamento. E a partir de 19 de fevereiro teremos duas semanas de atividades intensivas (execução do plano de ação 2.017/2.018).
       
  Novidade na AAP. (Avaliação da Aprendizagem em Processo).

A 18.ª Edição da AAP tem modificações relação às anteriores. Neste ano serão menos questões objetivas e com uma redação.   Sendo assim, o foco da prova será:
          Gênero textual
- Construção composicional;
- Planejamento do texto;
- Texto (escrita e reescrita).

- Reflexão sobre o uso da língua nos textos (aspectos discursivos, textuais e linguísticos). 


Professor Coordenador Martins Ramos.

Segue abaixo, um resumo das ações.




terça-feira, 9 de janeiro de 2018

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Cronograma e diretrizes para o processo de atribuição de classes e aulas/ 2018


COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

Portaria Conjunta CGRH-CGEB s/nº, de 14-12-2017

Estabelece cronograma e diretrizes para o processo de atribuição de classes e aulas do letivo de 2018, nos termos da Resolução SE 72, de 22-12-2016,  alterada pela Resolução SE 65, de 11-12-2017




Os Coordenadores das Coordenadorias de Gestão de Recursos Humanos – CGRH e de Gestão da Educação Básica – CGEB, considerando a necessidade de estabelecer datas, prazos e diretrizes para o desenvolvimento do processo de atribuição de classes e aulas do ano letivo de 2018, expedem a presente Portaria:

Artigo 1º - A atribuição de classes dos anos iniciais do Ensino Fundamental, aulas dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental e Médio e Educação Especial - APE com Classes de Educação Especial Exclusiva e aulas de Sala de Recurso/ Itinerância, na Etapa I, a docentes habilitados de que trata o § 1º do artigo 8º e o artigo 9º da Resolução SE 72, de 22-12-2016 alterada pela Resolução SE 65, de 11-12-2017, obedecerá ao seguinte cronograma:

I - Dia 22-01-2018 - Fase 1- na Unidade Escolar, aos titulares de cargo, para:

a) Constituição de jornada;
b) Ampliação de jornada;
c) Carga Suplementar de Trabalho Docente;

II - Dia 23-01-2018 - Tarde - Fase 2 - Diretoria de Ensino, aos titulares de cargo, não atendidos, parcial ou integralmente em nível de Unidade Escolar, para:

a) Constituição de jornada, na seguinte ordem:
a.1 - aos docentes não atendidos totalmente, na Fase 1;
a.2 - aos adidos em caráter obrigatório;
b) Composição de Jornada, na seguinte ordem:
b.1 - aos parcialmente atendidos na constituição;
b.2 - aos adidos, em caráter obrigatório;

c) Carga Suplementar de Trabalho Docente, aos titulares de cargo não atendidos na Unidade Escolar;

III - Dia 24-01-2018 - Tarde - Fase 3 - Diretoria de Ensino, para designação nos termos do artigo 22 da Lei Complementar 444/1985, aos titulares de cargo, devendo os docentes apresentarem sua classificação final, disponível no GDAE, para comprovação de suas habilitações/qualifica habilitação, o mesmo não poderá ser atendido.

Parágrafo único: As Diretorias de Ensino deverão comunicar à Diretoria de Ensino/Unidade Escolar de classificação do docente, que o mesmo foi atendido na atribuição para designação nos termos do artigo 22 da L.C 444/85, devendo as respectivas aulas liberadas serem atribuídas nas demais fases, à título de substituição.

Artigo 2º - Os docentes que manifestarem a intenção de serem cessados de seus afastamentos ou designações, bem como aqueles que serão cessados em 01-02-2018, deverão participar do processo inicial de atribuição, a fim de terem classes ou aulas atribuídas.

Os docentes que manifestarem a intenção de cessação deverão apresentar na Unidade Escolar e na Diretoria de Ensino, quando for o caso, declaração de próprio punho com a referida solicitação em caráter irrevogável.

Artigo 3º - Os docentes que atuaram, em 2017, nos Programa e Projetos da Pasta e que não tenham sido reconduzidos para 2018 deverão, obrigatoriamente, participar do processo       inicial de atribuição de classes e aulas.

Artigo 4º - A atribuição de classes dos anos iniciais do Ensino Fundamental, aulas dos anos finais do Ensino Fundamental e Médio e Educação Especial - APE com Classes de Educação Especial Exclusiva, aulas de Sala de Recurso/Itinerância, a docentes não efetivos do quadro permanente e com contrato ativo 2015/2016/2017, obedecerá ao seguinte cronograma:

I – Etapa I – docentes habilitados de que tratam o § 1º do artigo 8º e o artigo 9º da Resolução SE 72, de 22-12-2016, alterada pela Resolução SE 65, de 11-12-2017:

a) Dia 26-01-2018 - Fase 4 - Unidade Escolar - de carga horária aos docentes ocupantes de função-atividade, na seguinte conformidade:
1. declarados estáveis nos termos da Constituição Federal de 1988;
2. celetistas;
3. ocupantes de função-atividade;

b) Dia 29-01-2018 – Tarde e 30-01-2018 - Manhã - Fase 5 - Diretoria de Ensino - de carga horária aos docentes ocupantes de função-atividade, na seguinte conformidade:
1. declarados estáveis nos termos da Constituição Federal de 1988;
2. celetistas;
3. ocupantes de função-atividade;

c) Dia 30-01-2018 - Tarde - Fase 6 - Diretoria de Ensino – de carga horária, na seguinte ordem de prioridade: aos docentes com contratos vigentes 2015/2016/2017 e aos candidatos à contratação, respeitado os quantitativos previamente autorizados pela Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos - CGRH;

II – Etapa II - docentes e candidatos qualificados, de que tratam os §§ 6º e 7º do artigo 8º e do artigo 9º da Resolução SE 72, de 22-12-2016, alterada pela Resolução SE 65, de 11-12-2017:

a) Dia 31-01-2018 - Manhã - Fase 1 - Unidade Escolar – de carga horária aos docentes na seguinte ordem:
1. Efetivos;
2. Declarados estáveis pela Constituição Federal de 1988;
3. Celetistas;
4. Ocupantes de Função- Atividade;
5. Docentes Contratados - categoria “O” já atendidos na Etapa I, com aulas atribuídas na respectiva unidade escolar;

b) dia 31-01-2018 - Tarde - Fase 2 - Diretoria de Ensino - todos os docentes de que trata o inciso anterior, não atendidos totalmente nas unidades escolares, observada a mesma ordem, e aos candidatos à contratação, respeitado os quantitativos previamente autorizados pela Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos - CGRH;

III – Dos Programas e Projetos da Pasta: dia 31-01-2018 - Tarde - Diretoria de Ensino - a docentes que atuarão em 2018, devidamente selecionados, observada a legislação específica.

Artigo 5º - Caso alguma das datas previstas nos artigos 1º e 4º, desta Portaria recair, em feriado do município, sede da Diretoria de Ensino, a data das atividades programadas deverá ser devidamente ajustada, desde que seja amplamente divulgada.

Artigo 6º - A partir de 01-02-2018, as Diretorias de Ensino poderão, se necessário, proceder à abertura do Cadastramento Durante o Ano, nos termos do artigo 26 da Resolução SE 72, de 22-12-2016, alterada pela Resolução SE 65, de 11-12-2017, a fim de possibilitar aos docentes concorrerem à atribuição de classes e aulas, ao longo do ano, em outra(s) Diretoria(s) de Ensino.

Artigo 7º - As turmas de Atividades Curriculares Desportivas - ACD que ao final do ano letivo, estiverem funcionando com regularidade, nas modalidades e gênero existentes, tendo sido mantidas pelo Conselho de Escola, poderão ser atribuídas no processo inicial, preferencialmente aos titulares de cargo.

Artigo 8º - As turmas de Educação Física do período noturno, de aulas regulares de Espanhol e as aulas de Ensino Religioso, somente serão atribuídas durante o ano.

Artigo 9º - O docente que se encontrar na condição de aluno e que venha participar do processo de atribuição de classe/aulas deverá comprovar, no momento da atribuição, sua matrícula e a frequência no respectivo curso.

Artigo 10 - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

                                            ATPC 12 de Dezembro - 2018



 Conselho de classe e digitação na SED (Secretaria escolar digital).


                                       ATPC 19 de Dezembro - 2018




 - Retrospectiva dos temas abordados nas ATPCs, em 2017. / entrega de documentos/ Confraternização entre os pares.

 - Avaliação Institucional.



quarta-feira, 6 de dezembro de 2017




01  -   Colegas professores, disponibilizo o link de acesso ao Site de Diretoria de ensino. No referido portal há várias informações importantes sobre projetos e programas, por exemplo:
- Edital de credenciamento para o programa educação nas prisões – ano letivo 2018.

- Credenciamento para Sala de Leitura e muito mais.






                 
       02 -    Questionário disponível até 22 de dezembro/17.


Quais são os interesses de desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional dos servidores da rede? E as ações de formação que os educadores gostariam de realizar? A Escola de Formação de Professores e a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica elaboraram uma série de perguntas com o objetivo de conhecer melhor os servidores da rede estadual de São Paulo. O propósito principal dessa escuta é ouvir o servidor para levar cada vez mais em consideração seus anseios durante o planejamento e a oferta das ações de formação. As respostas também vão servir de norte para que as ações já existentes sejam repensadas.


Lúcia Helena de Andrade Gomes, Coordenadora da EFAP ressalta a importância da participação dos servidores da educação. Queremos uma EFAP participativa e democrática e que os educadores possam manifestar o que pensam e sugerir temas que consideram relevantes para sua formação. O nosso desejo é ouvir a voz de todos vocês, completa a professora.

O preenchimento da pesquisa não levará mais do que 10 minutos e poderá ser interrompido ou alterado, caso seja necessário.  O prazo para responder é 21/12.


Participe e contribua para o aperfeiçoamento das ações oferecidas a você!


Clique AQUI - Queremos ouvir você.

Fonte: www.escoladeformacao.sp.gov.br

terça-feira, 5 de dezembro de 2017



ATPC - 06 de dezembro 2017
Aula de trabalho Pedagógico Coletivo
Ensino Médio



Formador: Daniel Freitas – Professor Coordenador.


Reunião Pedagógica




SUBSÍDIOS E ESTRATÉGIAS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO FINAL

Objetivo Geral:  proporcionar ao grupo docente, uma análise detalhada dos resultados obtidos nas avaliações (AAPS, provas e atividades diagnósticas), com intuito de elencar e confeccionar um plano de ação final voltado para as habilidades e competências não atingidas.
Temas e Conteúdos:  Análise da plataforma “ Foco Aprendizagem “, recuperação de aprendizagem, habilidades e competências, plano de ação por área de conhecimento ou disciplina e discussão final.

Desenvolvimento:
-  Verificação dos resultados obtidos nas AAPS – Plataforma Foco Aprendizagem;
- Análise do currículo do Estado de São Paulo, confrontando os resultados com as habilidades não atendidas;
- Possibilidades de organizar um plano de ação por área de conhecimento.


 Links de acesso aos textos de apoio:













sábado, 2 de dezembro de 2017


ATPC - 5 de dezembro 2017
Aula de trabalho Pedagógico Coletivo
Ensino Fundamental


Formador: Martins Ramos – Professor Coordenador.



Temas / assuntos:
- Conselho de classe;
- Registros: diário de classe, avaliações, trabalhos de compensação de ausência;
- Leitura de documentos legais: Sobre fixação de metas para fins de pagamento de bonificação, sobre classificação de docentes para exercício em 2018, Convocação para escolha (concurso PEB II).

- Sugestão de Leitura: Sistema de pontuação. Um método motivador e inclusivo de avaliação. FERIANI, Eduardo.

    Sugestão de leitura: 

 Caros colegas professores, nesta semana apresento uma sugestão  importante para nossa formação continuada. Trate-se de um livro que considero como um documento de boas práticas. O escritor, professor Eduardo desenvolve há muitos anos, o método proposto no livro.  O sucesso de seu trabalho realizado em sala de aula, o credenciou a lançar a referida obra que já está em sua segunda edição.   Minha proximidade com o autor favorece, caso os professores de nossa escola queiram, uma palestra explicativa do método de avaliação.  


Boa Leitura!





Professor da Rede Municipal de Sumaré (E.M. Antonio Palioto e E. M. Nilza Tomazini) e da Rede Estadual de São Paulo (E. E. Profª Paulina Rosa) lança 2ª edição de livro sobre nova metodologia avaliativa.


Eduardo Feriani é graduado em História (PUCC-Campinas) e Pedagogia (UNAR-Araras), especializado em Deficiência Intelectual (UNESP) e em Novas Tecnologias Educacionais (Unicamp),  criador  e administrador do blog “História Já”, que diariamente registra mais de 1000 acessos, tanto de estudantes como de professores. Após participação em um Simpósio Internacional de Práticas Inovadoras na Educação (Unicamp-2015) foi convidado por uma editora europeia, a OmnScriptum, da  Alemanha, para escrever uma obra expondo o método avaliativo desenvolvido por ele, o Sistema de Pontuação. Em meados de 2017 a obra foi lançada e após um grande sucesso de críticas a segunda edição já está finalizada. Desta vez a publicação foi feita por uma editora nacional, o clube dos Autores, segundo o escritor, favorecendo o processo de aquisição e agilidade na distribuição da obra.
O referido método já está sendo aplicado por vários professores da região e vem obtendo resultados extremamente satisfatórios, pois aplica elementos da moderna pedagogia, como a “gamificação”, que estimula a “autorregulação” da aprendizagem. A estratégia docente favorece a inclusão de estudantes público-alvo da Educação Especial, motiva diariamente os estudantes nas atividades mediadas pelos professores, diminuindo sensivelmente a indisciplina, além do que cria um ambiente bastante harmonioso e aponta uma melhoria de aprendizagem nas avaliações externas, como o Saresp e a Prova Brasil.






              Resolução Conjunta CC/SG/SF/SPG-14, de 1º-12-2017

Dispõe sobre a fixação das metas para os indicadores globais da Secretaria da Educação, para fins de pagamento da Bonificação por Resultados - BR, instituída pela LC 1.078-2008, para o exercício de 2017
O Secretário-Chefe da Casa Civil, e os Secretários de Governo, da Fazenda e de Planejamento e Gestão, considerando o disposto no art. 6º da LC 1.078-2008, e no art. 8º da Resolução Conjunta CC/SG/SF/SPG-13, de 1º-12-2017, resolvem:
Artigo 1º - Para o exercício de 2017, as metas para os indicadores globais da Secretaria da Educação, a que se refere o artigo 1º da Resolução Conjunta CC/SG/SF/SPG-13, de 1º-12-2017, para fins de pagamento da Bonificação por Resultados - BR, instituída pela Lei Complementar nº 1.078, de 17 de dezembro de 2008, ficam fixadas em:
I - 5,53 (cinco inteiros e cinquenta e três centésimos) para o índice de desenvolvimento da educação do Estado de São Paulo (IDESP) do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental da rede estadual de ensino;
II - 3,13 (três inteiros e treze centésimos) para o índice de  desenvolvimento da educação do Estado de São Paulo (IDESP) do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental da rede estadual de ensino;
III - 2,46 (dois inteiros e quarenta e seis centésimos) para o
índice de desenvolvimento da educação do Estado de São Paulo
(IDESP) do Ensino Médio da rede estadual de ensino.

Artigo 2º - Esta resolução conjunta entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 1º de janeiro de 2017.



COORDENADORIA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROFESSOR EDUCAÇÃO BÁSICA II/2014
O Coordenador da Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação, nos termos do Capítulo XIII, item 18 das Instruções Especiais SE 02/2013, publicadas no DOE 26/09/2013, disciplinadoras do concurso em questão, observado o Decreto Nº 55.144, de 10 de dezembro de 2009, alterado pelo Decreto Nº 59.447, de 19 de agosto de 2013, CONVOCA os candidatos aprovados e classificados no concurso em epígrafe, para as sessões de escolha de vagas, a serem realizadas em dias, horário e locais adiante mencionados, e baixa as seguintes instruções.
I – INSTRUÇÕES GERAIS
  1. A CHAMADA para escolha de vagas obedecerá, rigorosamente, a ordem de CLASSIFICAÇÃO FINAL – 1ª e 2ª OPÇÃO, Lista Geral e Lista Especial, por disciplina, em nível Regional – Diretoria de Ensino.
  2. O candidato convocado deverá comparecer munido de DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO COM FOTO e do CADASTRO DE PESSOAS FÍSICAS – CPF, ou se fazer representar por procurador, legalmente constituído, portando xerocópia dos documentos mencionados.
  3. Antes do início dos trabalhos, a equipe responsável fornecerá os esclarecimentos necessários para o decorrer da sessão de escolha.
  4. Os candidatos convocados para esta etapa de escolha de vaga estão listados nominalmente. Assim, os candidatos classificados no intervalo discriminado, cujo nome não esteja relacionado neste Edital, já foram atendidos em sessões anteriores e, portanto, não poderão escolher vaga.
4.1 Os candidatos convocados nesta etapa para escolha de vaga nas listas de 1ª e 2ª opção, somente poderão escolher vaga em uma das regiões.
  1. Conforme previsão contida no subitem 20.2 do Capítulo XIII das Instruções Especiais SE 02/2013, nesta etapa, será dada nova oportunidade de escolha de vaga, na seguinte conformidade:
5.1 Somente haverá nova oportunidade de escolha nas Diretorias de Ensino/disciplinas cujas listas de candidatos aprovados (1ª e 2ª opção) já esgotaram;
5.2 Quando se tratar de nova oportunidade, poderá escolher vaga:
5.2.1 O candidato que foi convocado para escolha de vaga anterior, mas não compareceu ou desistiu – desde que não tenha escolhido vaga na outra opção;
5.2.2 O candidato que escolheu vaga e foi nomeado, mas deixou de tomar posse no cargo. Nestes casos, o candidato somente terá nova oportunidade de escolha, se for o caso, naquela Diretoria de Ensino onde escolheu vaga inicialmente;
5.3 Os candidatos que deixaram de tomar posse do cargo e foram convocados para nova oportunidade de escolha somente poderão escolher vaga novamente se, na data da escolha, o Ato de Nomeação já tiver sido tornado sem efeito, mediante publicação em Diário Oficial do Estado, conforme dispõe o Artigo 52 da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968.
  1. A Secretaria da Educação pode convocar, para sessão de escolha, número maior de candidatos do que cargos existentes, a fim de assegurar o provimento de todos os cargos no decorrer da sessão, nas hipóteses de não comparecimento/desistência de candidatos.
  2. De acordo com item 8.1 do Capítulo XI, das Instruções Especiais SE 02/2013, a Diretoria de Ensino somente poderá convocar os candidatos classificados em lista de 2ª opção, após esgotada totalmente a lista de convocados da 1ª opção de sua Diretoria de Ensino, desde que não tenham sido aproveitados em vagas da sua primeira opção de região.
7.1 Da mesma forma, o candidato aproveitado em vaga da sua 2ª opção de região também não concorrerá a vaga em sua 1ª opção de região.
  1. O atendimento aos candidatos com deficiência classificados na Lista Especial, consoante o disposto no Decreto nº 59.591/2013, alterado pelo Decreto nº 60.449/2014 e na Lei Complementar nº 683/92, alterada pela Lei Complementar nº 932/2002, nos termos do Capítulo VIII do artigo 37 da Constituição Federal /1988, obedecerá aos critérios a seguir, individualmente, para cada Diretoria de Ensino e disciplina:
8.1 O número de cargos vagos a serem oferecidos aos candidatos da Lista Especial será correspondente ao cálculo de 5% do total disponível na Diretoria de Ensino, na disciplina em que o candidato está classificado, conforme item 2, Capítulo V das Instruções Especiais SE 02/2013.
8.2 O candidato deficiente concorrerá na Lista Geral e na Lista Especial, de acordo com a melhor classificação obtida em cada Lista;
8.3 O candidato atendido na Lista Geral fica excluído da Lista Especial, e vice-versa;
8.4 O candidato que não comparecer, ou desistir da escolha de vaga pela Lista Especial, terá seus direitos exauridos nesta, concorrendo, apenas, na Lista Geral;
8.5 Iniciada a sessão de escolha de vagas, os candidatos da Lista Especial, se houver, serão convocados a ocupar o 5º (quinto), 30º (trigésimo), 50º (quinquagésimo), 70º (septuagésimo) cargos do concurso público, e assim sucessivamente, a cada intervalo de 20 (vinte) cargos providos, observando-se a mesma regra, por disciplina, até que sejam preenchidos todos os cargos do Concurso. Para os candidatos convocados pela Lista Especial da segunda opção de região, estes critérios se aplicam somente quando a Diretoria de Ensino iniciar a convocação dos candidatos classificados em lista de 2ª opção.
8.6 Os cargos não providos pelos candidatos da Lista Especial serão revertidos para os candidatos classificados na Lista Geral;
  1. O candidato que escolher vaga deverá fornecer, obrigatoriamente, e-mail pessoal a ser utilizado para recebimento de informações.
  2. A relação de vagas disponíveis para o ingresso será publicada no Diário Oficial do Estado e também estará disponível para consulta nos sites da Secretaria da Educação: “www.educacao.sp.gov.br” e da Fundação Getulio Vargas: “www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/pebsp”
  3. De acordo com o artigo 1º do Decreto Nº 59.448/2013, que altera o artigo 5º do Decreto nº 55.078/2009, observando o disposto no Capítulo XIII, item 3 das Instruções Especiais SE 02/2013, estão sendo oferecidas para ingresso vagas em Jornada Inicial e Jornada Reduzida de Trabalho Docente.
  4. Havendo cargos remanescentes, no final de cada sessão de escolha de vaga, serão chamados os candidatos retardatários do horário, na data da convocação, obedecida a ordem de classificação.
  5. Esgotados os cargos reservados para a sessão de escolha, os candidatos excedentes, se houver, deverão aguardar próxima convocação para escolha de vaga.
  6. O candidato que escolher vaga deverá providenciar os exames médicos constantes do item 7.2.3, Capítulo XII das Instruções Especiais SE 02/2013, e em momento oportuno, acessar o sistema do DPME para digitalização dos exames médicos.
As instruções para acesso ao sistema e demais orientações para perícia médica serão divulgadas por meio de Comunicado Conjunto CGRH-DPME.
Volume 127 • Número 220 • São Paulo, terça-feira, 28 de novembro de 2017.
Clique aqui para ver os convocados: CONVOCAÇÃO DOE 28 11 2017 5 etapa

Clique aqui para ver a relação de vagas: Relação de Vagas